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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Hoje Segunda-feira, 28 de setembro

  1. Hoje 28 59
  2. terça 29 40
  3. quarta 30 25
  4. quinta 1 102
  5. sexta 2 49
  6. sábado 3 73
  7. domingo 4 37
  8. segunda 5 9
  9. terça 6 14

A decorrer: 172 exposições, ciclos e atrações ↓

Sem hora publicada 1 evento
Rosa Barba

Fundação Calouste Gulbenkian Avenidas Novas Lisboa

Outro

Na sua primeira grande exposição em Portugal, no CAM, Rosa Barba apresenta uma nova narrativa site-specific em que a película de celuloide e os aparelhos cinematográficos funcionam também como elementos escultóricos, numa reflexão sobre a impermanência do tempo e do espaço.

Tarde 1 evento
COLLECT RADIO w/ FONZI

12:00 Collect LX Factory Lisboa

18+ DJ set

A série COLLECT RADIO recebe Fonzi para uma sessão de DJ.

Noite 8 eventos
Homenagem a Jorge Salavisa

18:00 São Luiz Teatro Municipal Lisboa

Teatro

Uma homenagem a Jorge Salavisa no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa.

Nos bastidores da obra de renovação do Museu

18:00 Fundação Calouste Gulbenkian Avenidas Novas Lisboa

Exposição

Uma visita que mostra como o Museu recuperou o espírito do projeto original, conciliando património, arquitetura e inovação.

Scorsese | The Irishman

19:00 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Exibição do filme 'The Irishman' de Martin Scorsese.

Moreau Centre of Excellence ~ segundas na z

21:00 Galeria Zé dos Bois Bairro Alto Lisboa

Outro

A Dr.ª Moreau resolveu um dos problemas mais antigos da humanidade: os seres humanos. Vinda dos Balcãs e profundamente determinada a provar que pertence a um lugar mais civilizado, a Dr.ª Moreau constrói um instituto onde ninguém é inútil. Através de ciência avançada, medicina questionável e uma quantidade alarmante de

Exposições, ciclos e atrações 172 eventos

Gwenifer Raymond

Música ao vivo 13€

Sábado, 12 de dezembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A guitarrista galesa Gwenifer Raymond traz a sua 'Welsh Primitive' a Lisboa, com repertório do álbum 'Last Night I Heard The Dog Star Bark' e um fingerpicking virtuoso de herança american primitiva.

Detalhes completos

Décadas e décadas volvidas desde o nascimento de Blind Joe Death pelas mãos de John Fahey e a sua transfiguração continua ainda hoje, irresoluta e assombrada pelos fantasmas da Takoma e daqueles que a precederam. Dessa herança primordial, o fingerpicking na poeira dos blues, da folk, da country, ragga e dos grandes espaços da ‘American Primitive’ de Fahey, Robbie Basho ou Leo Kotke a Jack Rose (D.E.P.), Steffen Basho-Juggens ou Norberto Lobo ressalta, como em muitas histórias do saber mais restritas, uma linhagem esquartejada para a hegemonia masculina (e branca). Mas numa altura em que a linearidade histórica tem sido posta repetidas vezes em causa e como Grayson Haver Currin escreveu há uns anos no New York Times ‘a new generations of players is rapidly changing that’. Na senda dos caminhos já muito trilhados por Marisa Anderson ou Kaki King, nomes como Sarah Louise, Yasmin Williams ou Gwenifer Raymond têm vindo a conquistar um merecido espaço no enclave. Sem esconder a influência, meio inescapável, de Fahey, ‘almost, by definition, my mean uncle figure’, Raymond reconhece também que os papéis tradicionais estão a desaparecer e tem vindo, desde a edição de You Were Never Much Of A Dancer na sempre respeitável Tompkins Square em 2018, a dar contributo precioso para essa mudança. Mantendo a ligação à casa de Tompkins Square para o seu segundo álbum , Strange Lights Over Garth Mountain , 2020 -, entrou num período resguardado no que respeita a edições, com um inusitado single postal de 4″ e a cassete Live at MOTH Club a mediarem a edição do seu terceiro álbum, na We Are Busy Bodies, em 2025 , Last Night I Heard The Dog Star Bark . Documento que sedimenta a sua ‘Welsh Primitive’, reflexo bem humorado e sucinto das suas origens e vivências no País de Gales a trespassar nas histórias e paisagens para uma música plena de lirismo mas de ataque feroz às cordas, capaz de sacar enredos melódicos memoráveis e hipnotizantes a partir de uma técnica virtuosa sem show off. Inspirado num fascínio duradouro pela ficção científica, Last Night I Heard The Dog Star Bark pega particularmente nas visões da personagem de Tom O’Bedlam da série de BD The Invisibles de Grant Morrison, para daí chegar às suas próprias visões, numa cápsula temporal que projecta o folclore do País de Gales para fora de tempo e lugar, entre rendilhados densos, passagens dronescas, uma certa melancolia estelar e aquele ataque, sempre impetuoso e sentido. BS.

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