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Música ao vivo
O Festival Cantabile leva música de câmara à Academia das Ciências de Lisboa a 2 de outubro de 2026, juntando a Orquestra Metropolitana de Lisboa a Cristel Lee, Alexander Chaushian e à diretora artística e violetista Diemut Poppen. O programa inclui a Sinfonia n.º 29 e a Sinfonia Concertante de Mozart, além do Concerto para Violoncelo n.º 1 de Alexey Shor, sob direção de Pedro Neves.
Perotá Chingó regressa a Portugal onze anos depois para um concerto único no Estúdio Time Out, em Lisboa, a 2 de outubro de 2026, onde apresenta o álbum TÁ, de 2024, e recupera canções como Ríe Chinito e La Complicidad.
Simone Mendes regressa a Portugal com um espetáculo de 1h30 no Sagres Campo Pequeno, com os maiores sucessos da sua carreira e uma abertura ao som de um DJ.
Xico Gaiato, projeto de Francisco Barata, apresenta ao vivo na Casa Capitão, em Lisboa, a 2 de outubro, o álbum de estreia A Cada Passo Que Dou — catorze canções enraizadas na Beira Interior reinterpretadas através da eletrónica e da pop.
A Orquestra e o Coro Gulbenkian abrem a temporada com Oedipus Rex de Stravinsky, dirigidos por Hannu Lintu, num programa que inclui ainda La Damoiselle élue de Debussy.
Uma noite dedicada ao UK Garage, o género intemporal nascido da House dos anos 90 que deu origem ao Grime, ao Dubstep e ao UK Bass, com sets de Guy from 1990 e Opalia. Há bilhetes grátis disponíveis; sem eles, a entrada à porta custa 7€.
A Casa da Praia despede-se da temporada em Carcavelos a 4 de setembro, com uma progressão de House a Trance a Bounce ao som de NOQIA, Sahan e Nachspielzeit, bebidas frescas e um pôr do sol na praia — com sangria grátis para quem chegar antes das 19h30.
Os solistas da Orquestra XXI celebram o centenário do nascimento de Morton Feldman com uma interpretação da sua obra seminal Crippled Symmetry, para flauta, percussão e piano.
Uma adaptação teatral do 'Ájax' de Sófocles, uma das suas primeiras tragédias, que explora os limites do poder e serve como resposta às ameaças totalitárias. O espetáculo, que se estreia no TMJB, cruza o texto com depoimentos, narrativas e intervenções artísticas para criar um teatro acutilante e profundamente humano que nos devolve o olhar.
Pela primeira vez em Portugal, a lendária banda de rock brasileira IRA! apresenta um espetáculo elétrico e visceral, celebrando 45 anos de carreira com todos os seus grandes sucessos. Abertura às 19h00.
A Lisbon Irish Session traz à Casa do Fauno a tradição informal das irish sessions: três horas de jigs, reels e polkas tocadas ombro a ombro com o público, com passagem por temas portugueses, galegos, escoceses e suecos.
Espetáculo baseado na história real do jornalista Jean-Dominique Bauby, que após um AVC escreveu O Escafandro e a Borboleta piscando o único olho que conseguia movimentar.