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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Sexta 27 11 Sexta-feira, 27 de novembro

  1. sábado 21 32
  2. domingo 22 11
  3. segunda 23 3
  4. terça 24 4
  5. quarta 25 7
  6. quinta 26 7
  7. sexta 27 10
  8. sábado 28 29
  9. domingo 29 11

A decorrer: 258 exposições, ciclos e atrações ↓

Sem hora publicada 2 eventos
HATSUNE MIKU

Sagres Campo Pequeno Avenidas Novas Lisboa

M/6 Música ao vivo

Concerto com a cantora virtual Hatsune Miku.

Noite 5 eventos
AL DI MEOLA | MISTY FEST

21:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

30€ Música ao vivo

Um dos guitarristas mais influentes da história do jazz e da música contemporânea, Al Di Meola regressa a Portugal para um concerto muito especial no Misty Fest, entre composições icónicas e novas interpretações.

MARK DELMAN

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

30€ 6+ Para toda a família Música ao vivo

O rapper, autor e compositor cabo-verdiano Mark Delman, um dos principais nomes da nova geração da música cabo-verdiana e marco do Hip-Hop Crioulo, sobe ao emblemático palco do Coliseu dos Recreios para a sua primeira apresentação com banda em Portugal.

NANCY VIEIRA & FRANCISCO SASSETTI | MISTY FEST

21:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

25€ Música ao vivo

A voz profundamente expressiva de Nancy Vieira, referência maior da música cabo-verdiana, cruza-se com o universo contemplativo e cinematográfico do pianista e compositor neoclássico Francisco Sassetti numa das propostas mais singulares desta edição do Misty Fest.

ZOUK MACHINE - 40 ANOS

21:30 Lisboa ao Vivo Campo Pequeno Lisboa

Música ao vivo

Os 40 anos de Zouk Machine chegam a Lisboa para uma noite especial e nostálgica com Christiane Obydol, voz original do grupo, ao vivo no Lisboa Ao Vivo na sexta-feira, 27 de novembro.

SOBASS AND FRIENDS

23:00 Village Underground Lisboa Alcântara Lisboa

Música ao vivo

SÁBADO . 24 OUTUBRO - Sobass & Friends // 23h - 06h

Exposições, ciclos e atrações 258 eventos

Gwenifer Raymond

Música ao vivo 13€

Sábado, 12 de dezembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A guitarrista galesa Gwenifer Raymond traz a sua 'Welsh Primitive' a Lisboa, com repertório do álbum 'Last Night I Heard The Dog Star Bark' e um fingerpicking virtuoso de herança american primitiva.

Detalhes completos

Décadas e décadas volvidas desde o nascimento de Blind Joe Death pelas mãos de John Fahey e a sua transfiguração continua ainda hoje, irresoluta e assombrada pelos fantasmas da Takoma e daqueles que a precederam. Dessa herança primordial, o fingerpicking na poeira dos blues, da folk, da country, ragga e dos grandes espaços da ‘American Primitive’ de Fahey, Robbie Basho ou Leo Kotke a Jack Rose (D.E.P.), Steffen Basho-Juggens ou Norberto Lobo ressalta, como em muitas histórias do saber mais restritas, uma linhagem esquartejada para a hegemonia masculina (e branca). Mas numa altura em que a linearidade histórica tem sido posta repetidas vezes em causa e como Grayson Haver Currin escreveu há uns anos no New York Times ‘a new generations of players is rapidly changing that’. Na senda dos caminhos já muito trilhados por Marisa Anderson ou Kaki King, nomes como Sarah Louise, Yasmin Williams ou Gwenifer Raymond têm vindo a conquistar um merecido espaço no enclave. Sem esconder a influência, meio inescapável, de Fahey, ‘almost, by definition, my mean uncle figure’, Raymond reconhece também que os papéis tradicionais estão a desaparecer e tem vindo, desde a edição de You Were Never Much Of A Dancer na sempre respeitável Tompkins Square em 2018, a dar contributo precioso para essa mudança. Mantendo a ligação à casa de Tompkins Square para o seu segundo álbum , Strange Lights Over Garth Mountain , 2020 -, entrou num período resguardado no que respeita a edições, com um inusitado single postal de 4″ e a cassete Live at MOTH Club a mediarem a edição do seu terceiro álbum, na We Are Busy Bodies, em 2025 , Last Night I Heard The Dog Star Bark . Documento que sedimenta a sua ‘Welsh Primitive’, reflexo bem humorado e sucinto das suas origens e vivências no País de Gales a trespassar nas histórias e paisagens para uma música plena de lirismo mas de ataque feroz às cordas, capaz de sacar enredos melódicos memoráveis e hipnotizantes a partir de uma técnica virtuosa sem show off. Inspirado num fascínio duradouro pela ficção científica, Last Night I Heard The Dog Star Bark pega particularmente nas visões da personagem de Tom O’Bedlam da série de BD The Invisibles de Grant Morrison, para daí chegar às suas próprias visões, numa cápsula temporal que projecta o folclore do País de Gales para fora de tempo e lugar, entre rendilhados densos, passagens dronescas, uma certa melancolia estelar e aquele ataque, sempre impetuoso e sentido. BS.

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