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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Quinta 26 11 Quinta-feira, 26 de novembro

  1. sexta 20 11
  2. sábado 21 31
  3. domingo 22 10
  4. segunda 23 3
  5. terça 24 4
  6. quarta 25 7
  7. quinta 26 7
  8. sexta 27 10
  9. sábado 28 28

A decorrer: 261 exposições, ciclos e atrações ↓

Manhã 1 evento
IKEBANA COM KENZAN

11:00 Museu do Oriente. Lisboa

55€ M/16 Outro

Oficina de Ikebana com Yuko Kase, onde se descobrem os segredos da arte floral japonesa, desde as linhas e ritmo até ao uso do vazio.

Tarde 1 evento
Carpeaux, Rodin, criação e contexto

16:30 Fundação Calouste Gulbenkian Avenidas Novas Lisboa

Exposição

Nesta visita guiada, descubra as obras de Carpeaux e Rodin e as histórias, detalhes e significados escondidos por detrás das suas esculturas.

Noite 4 eventos
Jeanine De Bique / Apollo’s Fire

20:00 Fundação Calouste Gulbenkian Avenidas Novas Lisboa

Música ao vivo

O ensemble Apollo’s Fire e a soprano Jeanine De Bique exploram os laços musicais entre a Europa e as Caraíbas no século XVIII.

CHRISTIAN LÖFFLER | UNTIL WE MEET AGAIN TOUR | MISTY FEST

21:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

30€ Música ao vivo

Uma das figuras mais singulares da nova eletrónica europeia, Christian Löffler apresenta pela primeira vez em Portugal o repertório do seu mais recente trabalho, 'Until We Meet Again', em formato ensemble, acompanhado em palco por Adna, Johanna Burnheart, Midori Jaeger e Alex Maydew.

SIR EL TOM | TRIBUTO A ELTON JOHN

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

20€ 6+ Para toda a família Música ao vivo

Sir El Tom, o maior espetáculo tributo a Elton John do mundo, chega ao Coliseu de Lisboa com um concerto que apresenta todos os maiores êxitos de Elton John, de Rocket Man a Your Song.

TRAVO apresenta ‘Wasteland’

21:00 Galeria Zé dos Bois Bairro Alto Lisboa

10€ Música ao vivo

O quarteto bracarense TRAVO apresenta ao vivo o novo álbum 'Wasteland', que leva o seu rock psicadélico pesado e meio progressivo a um novo ponto de fusão.

Exposições, ciclos e atrações 261 eventos

Gwenifer Raymond

Música ao vivo 13€

Sábado, 12 de dezembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A guitarrista galesa Gwenifer Raymond traz a sua 'Welsh Primitive' a Lisboa, com repertório do álbum 'Last Night I Heard The Dog Star Bark' e um fingerpicking virtuoso de herança american primitiva.

Detalhes completos

Décadas e décadas volvidas desde o nascimento de Blind Joe Death pelas mãos de John Fahey e a sua transfiguração continua ainda hoje, irresoluta e assombrada pelos fantasmas da Takoma e daqueles que a precederam. Dessa herança primordial, o fingerpicking na poeira dos blues, da folk, da country, ragga e dos grandes espaços da ‘American Primitive’ de Fahey, Robbie Basho ou Leo Kotke a Jack Rose (D.E.P.), Steffen Basho-Juggens ou Norberto Lobo ressalta, como em muitas histórias do saber mais restritas, uma linhagem esquartejada para a hegemonia masculina (e branca). Mas numa altura em que a linearidade histórica tem sido posta repetidas vezes em causa e como Grayson Haver Currin escreveu há uns anos no New York Times ‘a new generations of players is rapidly changing that’. Na senda dos caminhos já muito trilhados por Marisa Anderson ou Kaki King, nomes como Sarah Louise, Yasmin Williams ou Gwenifer Raymond têm vindo a conquistar um merecido espaço no enclave. Sem esconder a influência, meio inescapável, de Fahey, ‘almost, by definition, my mean uncle figure’, Raymond reconhece também que os papéis tradicionais estão a desaparecer e tem vindo, desde a edição de You Were Never Much Of A Dancer na sempre respeitável Tompkins Square em 2018, a dar contributo precioso para essa mudança. Mantendo a ligação à casa de Tompkins Square para o seu segundo álbum , Strange Lights Over Garth Mountain , 2020 -, entrou num período resguardado no que respeita a edições, com um inusitado single postal de 4″ e a cassete Live at MOTH Club a mediarem a edição do seu terceiro álbum, na We Are Busy Bodies, em 2025 , Last Night I Heard The Dog Star Bark . Documento que sedimenta a sua ‘Welsh Primitive’, reflexo bem humorado e sucinto das suas origens e vivências no País de Gales a trespassar nas histórias e paisagens para uma música plena de lirismo mas de ataque feroz às cordas, capaz de sacar enredos melódicos memoráveis e hipnotizantes a partir de uma técnica virtuosa sem show off. Inspirado num fascínio duradouro pela ficção científica, Last Night I Heard The Dog Star Bark pega particularmente nas visões da personagem de Tom O’Bedlam da série de BD The Invisibles de Grant Morrison, para daí chegar às suas próprias visões, numa cápsula temporal que projecta o folclore do País de Gales para fora de tempo e lugar, entre rendilhados densos, passagens dronescas, uma certa melancolia estelar e aquele ataque, sempre impetuoso e sentido. BS.

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