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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Quarta 25 11 Quarta-feira, 25 de novembro

  1. sexta 20 11
  2. sábado 21 31
  3. domingo 22 10
  4. segunda 23 3
  5. terça 24 4
  6. quarta 25 7
  7. quinta 26 7
  8. sexta 27 10
  9. sábado 28 28

A decorrer: 260 exposições, ciclos e atrações ↓

BARBARA HENDRICKS & HER BLUES BAND

20:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ Música ao vivo

Barbara Hendricks regressa a Portugal com 'Still On the Road to Freedom', um espetáculo que cruza canções e paisagens sonoras com um forte sentido expressivo, explorando o legado do jazz e do blues.

Passemos aos Salões - Miguel Araújo | Primeira Linha

20:00 São Luiz Teatro Municipal Lisboa

18€ Música ao vivo

Miguel Araújo apresenta-se num formato intimista e raro, acompanhado apenas por um piano, revisitando as suas canções e partilhando as histórias e inspirações que lhes deram origem.

Kayzer Ballet - DÍPTICO - GOECKE/MORAU

21:00 Capitólio Arroios Lisboa

12,5€ Dança

A Kayzer Ballet apresenta um programa duplo com duas obras: Blushing, de Marco Goecke, e Valse, de Marcos Morau, que exploram a vulnerabilidade, a emoção e a transformação através da coreografia contemporânea.

LOVER | THE UNOFFICIAL ERAS TOUR | TRIBUTE

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

25€ 6+ Para toda a família Música ao vivo

O espetáculo tributo a Taylor Swift LOVER foi cancelado; o público pode pedir o reembolso dos bilhetes nos pontos de venda até 25 de dezembro de 2026.

Laurent Filipe | "100 anos de Miles Davis" | A Homenagem

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

20€ 6+ Música ao vivo

Laurent Filipe, trompetista e compositor fortemente influenciado por Miles Davis, assinala o centenário do nascimento do génio do jazz com um concerto-homenagem no Coliseu Club, uma viagem comentada pelo tempo e pela obra de Miles, acompanhado por Mário Delgado, Alexandre Frazão, Massimo Cavalli e Pedro Lopes.

Maria BC apresenta ‘Marathon’

21:00 Galeria Zé dos Bois Bairro Alto Lisboa

13€ Música ao vivo

Maria BC traz a Lisboa canções do seu terceiro álbum 'Marathon', uma obra frágil e assertiva que oscila entre folk, rock ligeiro e indie norte-americano dos anos 90, refletindo sobre o presente e o futuro.

Exposições, ciclos e atrações 260 eventos

Gwenifer Raymond

Música ao vivo 13€

Sábado, 12 de dezembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A guitarrista galesa Gwenifer Raymond traz a sua 'Welsh Primitive' a Lisboa, com repertório do álbum 'Last Night I Heard The Dog Star Bark' e um fingerpicking virtuoso de herança american primitiva.

Detalhes completos

Décadas e décadas volvidas desde o nascimento de Blind Joe Death pelas mãos de John Fahey e a sua transfiguração continua ainda hoje, irresoluta e assombrada pelos fantasmas da Takoma e daqueles que a precederam. Dessa herança primordial, o fingerpicking na poeira dos blues, da folk, da country, ragga e dos grandes espaços da ‘American Primitive’ de Fahey, Robbie Basho ou Leo Kotke a Jack Rose (D.E.P.), Steffen Basho-Juggens ou Norberto Lobo ressalta, como em muitas histórias do saber mais restritas, uma linhagem esquartejada para a hegemonia masculina (e branca). Mas numa altura em que a linearidade histórica tem sido posta repetidas vezes em causa e como Grayson Haver Currin escreveu há uns anos no New York Times ‘a new generations of players is rapidly changing that’. Na senda dos caminhos já muito trilhados por Marisa Anderson ou Kaki King, nomes como Sarah Louise, Yasmin Williams ou Gwenifer Raymond têm vindo a conquistar um merecido espaço no enclave. Sem esconder a influência, meio inescapável, de Fahey, ‘almost, by definition, my mean uncle figure’, Raymond reconhece também que os papéis tradicionais estão a desaparecer e tem vindo, desde a edição de You Were Never Much Of A Dancer na sempre respeitável Tompkins Square em 2018, a dar contributo precioso para essa mudança. Mantendo a ligação à casa de Tompkins Square para o seu segundo álbum , Strange Lights Over Garth Mountain , 2020 -, entrou num período resguardado no que respeita a edições, com um inusitado single postal de 4″ e a cassete Live at MOTH Club a mediarem a edição do seu terceiro álbum, na We Are Busy Bodies, em 2025 , Last Night I Heard The Dog Star Bark . Documento que sedimenta a sua ‘Welsh Primitive’, reflexo bem humorado e sucinto das suas origens e vivências no País de Gales a trespassar nas histórias e paisagens para uma música plena de lirismo mas de ataque feroz às cordas, capaz de sacar enredos melódicos memoráveis e hipnotizantes a partir de uma técnica virtuosa sem show off. Inspirado num fascínio duradouro pela ficção científica, Last Night I Heard The Dog Star Bark pega particularmente nas visões da personagem de Tom O’Bedlam da série de BD The Invisibles de Grant Morrison, para daí chegar às suas próprias visões, numa cápsula temporal que projecta o folclore do País de Gales para fora de tempo e lugar, entre rendilhados densos, passagens dronescas, uma certa melancolia estelar e aquele ataque, sempre impetuoso e sentido. BS.

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