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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Terça 24 11 Terça-feira, 24 de novembro

  1. sexta 20 14
  2. sábado 21 32
  3. domingo 22 11
  4. segunda 23 3
  5. terça 24 4
  6. quarta 25 7
  7. quinta 26 7
  8. sexta 27 10
  9. sábado 28 29

A decorrer: 258 exposições, ciclos e atrações ↓

Manhã 1 evento
IKEBANA NAGEIRE

11:00 Museu do Oriente. Lisboa

35€ Todas as idades Para toda a família Outro

Oficina de Ikebana Nageire com Yuko Kase, onde os participantes aprendem a criar arranjos florais japoneses numa jarra, explorando a harmonia de linhas, ritmo e cor. A atividade é acessível a praticantes de todas as idades.

Noite 3 eventos
SBP4

20:00 República da Música Alvalade Lisboa

Música ao vivo

A 24 de novembro, os SBP4 trazem a Lisboa o novo álbum — prometido como o mais dançável da história da banda — num espetáculo que celebra o 20.º aniversário. Esperem êxitos intemporais, material novo, saltos até ao teto e caos total no palco, no melhor sentido da palavra.

Ablaye Cissoko & Cyrille Brotto

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

20€ 6+ Música ao vivo

Ablaye Cissoko na kora e Cyrille Brotto no acordeão diatónico cruzam a ancestralidade dos griots senegaleses com a música popular num diálogo íntimo e contemplativo. Mais do que um concerto, é um encontro entre culturas, timbres e silêncios, sem necessidade de palavras.

COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

Peça de teatro 'COCK' que explora relações e identidade sexual.

Exposições, ciclos e atrações 258 eventos

Gwenifer Raymond

Música ao vivo 13€

Sábado, 12 de dezembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A guitarrista galesa Gwenifer Raymond traz a sua 'Welsh Primitive' a Lisboa, com repertório do álbum 'Last Night I Heard The Dog Star Bark' e um fingerpicking virtuoso de herança american primitiva.

Detalhes completos

Décadas e décadas volvidas desde o nascimento de Blind Joe Death pelas mãos de John Fahey e a sua transfiguração continua ainda hoje, irresoluta e assombrada pelos fantasmas da Takoma e daqueles que a precederam. Dessa herança primordial, o fingerpicking na poeira dos blues, da folk, da country, ragga e dos grandes espaços da ‘American Primitive’ de Fahey, Robbie Basho ou Leo Kotke a Jack Rose (D.E.P.), Steffen Basho-Juggens ou Norberto Lobo ressalta, como em muitas histórias do saber mais restritas, uma linhagem esquartejada para a hegemonia masculina (e branca). Mas numa altura em que a linearidade histórica tem sido posta repetidas vezes em causa e como Grayson Haver Currin escreveu há uns anos no New York Times ‘a new generations of players is rapidly changing that’. Na senda dos caminhos já muito trilhados por Marisa Anderson ou Kaki King, nomes como Sarah Louise, Yasmin Williams ou Gwenifer Raymond têm vindo a conquistar um merecido espaço no enclave. Sem esconder a influência, meio inescapável, de Fahey, ‘almost, by definition, my mean uncle figure’, Raymond reconhece também que os papéis tradicionais estão a desaparecer e tem vindo, desde a edição de You Were Never Much Of A Dancer na sempre respeitável Tompkins Square em 2018, a dar contributo precioso para essa mudança. Mantendo a ligação à casa de Tompkins Square para o seu segundo álbum , Strange Lights Over Garth Mountain , 2020 -, entrou num período resguardado no que respeita a edições, com um inusitado single postal de 4″ e a cassete Live at MOTH Club a mediarem a edição do seu terceiro álbum, na We Are Busy Bodies, em 2025 , Last Night I Heard The Dog Star Bark . Documento que sedimenta a sua ‘Welsh Primitive’, reflexo bem humorado e sucinto das suas origens e vivências no País de Gales a trespassar nas histórias e paisagens para uma música plena de lirismo mas de ataque feroz às cordas, capaz de sacar enredos melódicos memoráveis e hipnotizantes a partir de uma técnica virtuosa sem show off. Inspirado num fascínio duradouro pela ficção científica, Last Night I Heard The Dog Star Bark pega particularmente nas visões da personagem de Tom O’Bedlam da série de BD The Invisibles de Grant Morrison, para daí chegar às suas próprias visões, numa cápsula temporal que projecta o folclore do País de Gales para fora de tempo e lugar, entre rendilhados densos, passagens dronescas, uma certa melancolia estelar e aquele ataque, sempre impetuoso e sentido. BS.

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