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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Domingo 15 11 Domingo, 15 de novembro

  1. quinta 12 4
  2. sexta 13 9
  3. sábado 14 31
  4. domingo 15 10
  5. segunda 16 2
  6. terça 17 5
  7. quarta 18 4
  8. quinta 19 9
  9. sexta 20 11

A decorrer: 277 exposições, ciclos e atrações ↓

Manhã 2 eventos
PERCURSO DA AUDIÇÃO - Estádio da Tapadinha

10:00 MAAT Belém Lisboa

3€ 6+ Para toda a família Outro

Percurso sensorial pelo Estádio da Tapadinha que explora os registos sonoros menos óbvios do estádio — o silêncio e as vozes femininas — em diálogo com a obra Solitário#3 (2018), de Joana Vasconcelos. Conduzido pela mediadora Simone Longo de Andrade, dura 60 minutos e destina-se a crianças a partir dos 6 anos, jovens e adultos.

Teares vegetais

10:30 Fundação Calouste Gulbenkian Avenidas Novas Lisboa

Para toda a família Família

Nesta oficina no Jardim Gulbenkian, as famílias vão construir teares com materiais vegetais.

Tarde 4 eventos
O FEITICEIRO DE OZ | UM MUSICAL POP

15:00 Casino Estoril Estoril Cascais

M/6 Para toda a família Música ao vivo

O musical pop 'O Feiticeiro de Oz' traz a magia da história clássica ao palco.

TORAJO | UMA VIAGEM AO MUNDO DAS FRUTAS

15:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

30€ 6+ Para toda a família Família

Torajo apresenta um novo espetáculo familiar: uma viagem ao planeta mágico Verade, onde frutas ganham vida, com música, aventura, humor e muita interação para miúdos e graúdos.

Claude Debussy: La mer

17:00 Centro Cultural Olga Cadaval Sintra

M/06 Música ao vivo

O concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Joseph Swensen, apresenta obras de Debussy, Ravel e Luís de Freitas Branco, explorando o modernismo francês e português num programa que inclui La mer, Prélude à l'après-midi d'un faune e a Pavane de Ravel.

O BOLERO DE RAVEL | OML

17:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ DJ set

A Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Yue Bao, interpreta obras de Ravel, Debussy e Luís de Freitas Branco, incluindo o famoso Bolero.

Noite 4 eventos
LISBOA | HUGO SOUSA: AQUI ENTRE NÓS

19:00 Aula Magna Cidade Universitária Lisboa

18€ Teatro

Hugo Sousa apresenta o seu espetáculo de stand-up 'Aqui Entre Nós', com histórias pessoais e humor sobre o dia a dia.

Super Ballet: Geordie Greep [Esgotado]

19:00 Lisboa ao Vivo Campo Pequeno Lisboa

23€ Música ao vivo

Concerto esgotado de Geordie Greep no Super Ballet, onde o ex-vocalista dos Black Midi apresenta o seu percurso a solo entre art-rock, tropicalismo e jazz.

Miss Drag Lisboa 2026

21:00 Capitólio Arroios Lisboa

25€ Teatro

O maior concurso de transformismo em Portugal regressa ao Capitólio para a nona edição, com oito artistas a lutar pela coroa num espetáculo apresentado por Miss Moço.

THE TWILIGHT SAD

21:00 Lisboa ao Vivo Campo Pequeno Lisboa

30€ Música ao vivo

A banda escocesa de pós-punk The Twilight Sad regressa a Portugal para dois concertos em novembro, incluindo no LAV Lisboa Ao Vivo no dia 15, com o seu espetáculo ao vivo catártico e emocionalmente intenso.

Exposições, ciclos e atrações 277 eventos

Gwenifer Raymond

Música ao vivo 13€

Sábado, 12 de dezembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A guitarrista galesa Gwenifer Raymond traz a sua 'Welsh Primitive' a Lisboa, com repertório do álbum 'Last Night I Heard The Dog Star Bark' e um fingerpicking virtuoso de herança american primitiva.

Detalhes completos

Décadas e décadas volvidas desde o nascimento de Blind Joe Death pelas mãos de John Fahey e a sua transfiguração continua ainda hoje, irresoluta e assombrada pelos fantasmas da Takoma e daqueles que a precederam. Dessa herança primordial, o fingerpicking na poeira dos blues, da folk, da country, ragga e dos grandes espaços da ‘American Primitive’ de Fahey, Robbie Basho ou Leo Kotke a Jack Rose (D.E.P.), Steffen Basho-Juggens ou Norberto Lobo ressalta, como em muitas histórias do saber mais restritas, uma linhagem esquartejada para a hegemonia masculina (e branca). Mas numa altura em que a linearidade histórica tem sido posta repetidas vezes em causa e como Grayson Haver Currin escreveu há uns anos no New York Times ‘a new generations of players is rapidly changing that’. Na senda dos caminhos já muito trilhados por Marisa Anderson ou Kaki King, nomes como Sarah Louise, Yasmin Williams ou Gwenifer Raymond têm vindo a conquistar um merecido espaço no enclave. Sem esconder a influência, meio inescapável, de Fahey, ‘almost, by definition, my mean uncle figure’, Raymond reconhece também que os papéis tradicionais estão a desaparecer e tem vindo, desde a edição de You Were Never Much Of A Dancer na sempre respeitável Tompkins Square em 2018, a dar contributo precioso para essa mudança. Mantendo a ligação à casa de Tompkins Square para o seu segundo álbum , Strange Lights Over Garth Mountain , 2020 -, entrou num período resguardado no que respeita a edições, com um inusitado single postal de 4″ e a cassete Live at MOTH Club a mediarem a edição do seu terceiro álbum, na We Are Busy Bodies, em 2025 , Last Night I Heard The Dog Star Bark . Documento que sedimenta a sua ‘Welsh Primitive’, reflexo bem humorado e sucinto das suas origens e vivências no País de Gales a trespassar nas histórias e paisagens para uma música plena de lirismo mas de ataque feroz às cordas, capaz de sacar enredos melódicos memoráveis e hipnotizantes a partir de uma técnica virtuosa sem show off. Inspirado num fascínio duradouro pela ficção científica, Last Night I Heard The Dog Star Bark pega particularmente nas visões da personagem de Tom O’Bedlam da série de BD The Invisibles de Grant Morrison, para daí chegar às suas próprias visões, numa cápsula temporal que projecta o folclore do País de Gales para fora de tempo e lugar, entre rendilhados densos, passagens dronescas, uma certa melancolia estelar e aquele ataque, sempre impetuoso e sentido. BS.

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