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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

Toca num dia e depois noutro mais à frente para um intervalo.

Quarta 28 10 Quarta-feira, 28 de outubro

  1. domingo 25 16
  2. segunda 26 10
  3. terça 27 7
  4. quarta 28 12
  5. quinta 29 17
  6. sexta 30 20
  7. sábado 31 36
  8. domingo 1 11
  9. segunda 2 5

A decorrer: 276 exposições, ciclos e atrações ↓

Tarde 3 eventos
A manutenção do Jardim Gulbenkian no outono

13:30 Fundação Calouste Gulbenkian Avenidas Novas Lisboa

Outro

Nesta visita, conversamos com o jardineiro responsável pelo desafio de manter o Jardim Gulbenkian um paraíso para todos.

o que te quero dizer: retratos escritos por André Pereira

14:30 Biblioteca Municipal de Cascais - Casa da Horta Cascais e Estoril Cascais

Grátis Outro

No projeto @oquetequerodizer, o André escreve retratos-poemas únicos à máquina para desconhecidos que se sentam à sua frente, sem trocar palavras. Público-alvo: M/55.

Lino Brocka | Jaguar

15:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Exibição de 'Jaguar', clássico do realizador filipino Lino Brocka, na Cinemateca. Bilhetes a 3,20€, com descontos para amigos da Cinemateca, Cartão Jovem, estudantes e seniores.

Noite 8 eventos
Margaret Tait | Margaret Tait: Do Início ao Fim

19:00 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Sessão do ciclo Margaret Tait, 'Do Início ao Fim', que percorre a trajetória da cineasta escocesa. Entrada a 3,20€, com descontos para estudantes, maiores de 65 e reformados.

Techno Yoga with Kate Zubok

19:00 Teja House Lisboa

DJ set

Trabalho de respiração, yoga e movimento consciente fusionados com dança ao som do techno minimal de Berlim, guiados pela DJ, produtora e yogi Kate Zubok todas as quartas-feiras na TEJÁ House, à beira-rio no Cais do Sodré — não é necessária experiência.

Lino Brocka | Oca + Ano Ang Kulay Ng Mukha Ng Dyios?

19:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Sessão dupla dedicada ao realizador filipino Lino Brocka, com os filmes 'Oca' e 'Ano Ang Kulay Ng Mukha Ng Dyios?' ('Qual é a Cor do Rosto de Deus?'), exibida na Cinemateca.

Carmen

20:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

45€ Música ao vivo

A ópera Carmen, de Georges Bizet, baseada na novela de Prosper Marimée, conta a história da cigana que morre em nome da liberdade e do amor. Revisitada por inúmeros encenadores, mantém-se como um dos mitos contemporâneos mais marcantes.

Ricardo Reis Soares | Daniela Galhoz

21:30 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

12€ 6+ Para toda a família Música ao vivo

Concerto de Ricardo Reis Soares e Daniela Galhoz no Coliseu Club, com canções intimistas e indie/alt. O espetáculo tem duração prevista de 1h40 e é recomendado para maiores de 6 anos.

Mothership

23:59 Lisboa Rio Lisboa

10€ DJ set

Todas as quartas-feiras da meia-noite às 6h00, a aliança entre Visionaries e Freaky Fiction convida a bordo da Mothership no Temple Club para viagens galácticas com estética ritualística, com open bar (cerveja) até à 01:00 e entrada grátis se for o teu aniversário.

Exposições, ciclos e atrações 276 eventos

Gwenifer Raymond

Música ao vivo 13€

Sábado, 12 de dezembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A guitarrista galesa Gwenifer Raymond traz a sua 'Welsh Primitive' a Lisboa, com repertório do álbum 'Last Night I Heard The Dog Star Bark' e um fingerpicking virtuoso de herança american primitiva.

Detalhes completos

Décadas e décadas volvidas desde o nascimento de Blind Joe Death pelas mãos de John Fahey e a sua transfiguração continua ainda hoje, irresoluta e assombrada pelos fantasmas da Takoma e daqueles que a precederam. Dessa herança primordial, o fingerpicking na poeira dos blues, da folk, da country, ragga e dos grandes espaços da ‘American Primitive’ de Fahey, Robbie Basho ou Leo Kotke a Jack Rose (D.E.P.), Steffen Basho-Juggens ou Norberto Lobo ressalta, como em muitas histórias do saber mais restritas, uma linhagem esquartejada para a hegemonia masculina (e branca). Mas numa altura em que a linearidade histórica tem sido posta repetidas vezes em causa e como Grayson Haver Currin escreveu há uns anos no New York Times ‘a new generations of players is rapidly changing that’. Na senda dos caminhos já muito trilhados por Marisa Anderson ou Kaki King, nomes como Sarah Louise, Yasmin Williams ou Gwenifer Raymond têm vindo a conquistar um merecido espaço no enclave. Sem esconder a influência, meio inescapável, de Fahey, ‘almost, by definition, my mean uncle figure’, Raymond reconhece também que os papéis tradicionais estão a desaparecer e tem vindo, desde a edição de You Were Never Much Of A Dancer na sempre respeitável Tompkins Square em 2018, a dar contributo precioso para essa mudança. Mantendo a ligação à casa de Tompkins Square para o seu segundo álbum , Strange Lights Over Garth Mountain , 2020 -, entrou num período resguardado no que respeita a edições, com um inusitado single postal de 4″ e a cassete Live at MOTH Club a mediarem a edição do seu terceiro álbum, na We Are Busy Bodies, em 2025 , Last Night I Heard The Dog Star Bark . Documento que sedimenta a sua ‘Welsh Primitive’, reflexo bem humorado e sucinto das suas origens e vivências no País de Gales a trespassar nas histórias e paisagens para uma música plena de lirismo mas de ataque feroz às cordas, capaz de sacar enredos melódicos memoráveis e hipnotizantes a partir de uma técnica virtuosa sem show off. Inspirado num fascínio duradouro pela ficção científica, Last Night I Heard The Dog Star Bark pega particularmente nas visões da personagem de Tom O’Bedlam da série de BD The Invisibles de Grant Morrison, para daí chegar às suas próprias visões, numa cápsula temporal que projecta o folclore do País de Gales para fora de tempo e lugar, entre rendilhados densos, passagens dronescas, uma certa melancolia estelar e aquele ataque, sempre impetuoso e sentido. BS.

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