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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Segunda 26 10 Segunda-feira, 26 de outubro

  1. sexta 23 25
  2. sábado 24 47
  3. domingo 25 16
  4. segunda 26 11
  5. terça 27 8
  6. quarta 28 12
  7. quinta 29 18
  8. sexta 30 23
  9. sábado 31 38

A decorrer: 277 exposições, ciclos e atrações ↓

Sem hora publicada 1 evento
Manhã 1 evento
Tarde 1 evento
Leitão de Barros | Maria Papoila

15:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

A Cinemateca exibe 'Maria Papoila', o clássico de Leitão de Barros do cinema português dos anos 30; bilhete geral a 3,20€, com descontos para estudantes, maiores de 65 e outros públicos.

Noite 6 eventos
COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

Peça de teatro 'COCK'.

Paulo Branco | No Dia dos Meus Anos

21:00 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Sessão na Cinemateca dedicada ao produtor Paulo Branco, com a exibição do filme 'No Dia dos Meus Anos'. Bilhetes a 3,20€, com descontos para amigos da Cinemateca, Cartão Jovem, estudantes, maiores de 65 e reformados.

Lino Brocka | Dalaga Si Misis, Binata Si MIster

21:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Exibição do filme do realizador filipino Lino Brocka 'Dalaga Si Misis, Binata Si Mister' na Cinemateca. Entrada a 3,20€, com descontos para estudantes, maiores de 65, reformados e outros públicos.

Exposições, ciclos e atrações 277 eventos

Gwenifer Raymond

Música ao vivo 13€

Sábado, 12 de dezembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A guitarrista galesa Gwenifer Raymond traz a sua 'Welsh Primitive' a Lisboa, com repertório do álbum 'Last Night I Heard The Dog Star Bark' e um fingerpicking virtuoso de herança american primitiva.

Detalhes completos

Décadas e décadas volvidas desde o nascimento de Blind Joe Death pelas mãos de John Fahey e a sua transfiguração continua ainda hoje, irresoluta e assombrada pelos fantasmas da Takoma e daqueles que a precederam. Dessa herança primordial, o fingerpicking na poeira dos blues, da folk, da country, ragga e dos grandes espaços da ‘American Primitive’ de Fahey, Robbie Basho ou Leo Kotke a Jack Rose (D.E.P.), Steffen Basho-Juggens ou Norberto Lobo ressalta, como em muitas histórias do saber mais restritas, uma linhagem esquartejada para a hegemonia masculina (e branca). Mas numa altura em que a linearidade histórica tem sido posta repetidas vezes em causa e como Grayson Haver Currin escreveu há uns anos no New York Times ‘a new generations of players is rapidly changing that’. Na senda dos caminhos já muito trilhados por Marisa Anderson ou Kaki King, nomes como Sarah Louise, Yasmin Williams ou Gwenifer Raymond têm vindo a conquistar um merecido espaço no enclave. Sem esconder a influência, meio inescapável, de Fahey, ‘almost, by definition, my mean uncle figure’, Raymond reconhece também que os papéis tradicionais estão a desaparecer e tem vindo, desde a edição de You Were Never Much Of A Dancer na sempre respeitável Tompkins Square em 2018, a dar contributo precioso para essa mudança. Mantendo a ligação à casa de Tompkins Square para o seu segundo álbum , Strange Lights Over Garth Mountain , 2020 -, entrou num período resguardado no que respeita a edições, com um inusitado single postal de 4″ e a cassete Live at MOTH Club a mediarem a edição do seu terceiro álbum, na We Are Busy Bodies, em 2025 , Last Night I Heard The Dog Star Bark . Documento que sedimenta a sua ‘Welsh Primitive’, reflexo bem humorado e sucinto das suas origens e vivências no País de Gales a trespassar nas histórias e paisagens para uma música plena de lirismo mas de ataque feroz às cordas, capaz de sacar enredos melódicos memoráveis e hipnotizantes a partir de uma técnica virtuosa sem show off. Inspirado num fascínio duradouro pela ficção científica, Last Night I Heard The Dog Star Bark pega particularmente nas visões da personagem de Tom O’Bedlam da série de BD The Invisibles de Grant Morrison, para daí chegar às suas próprias visões, numa cápsula temporal que projecta o folclore do País de Gales para fora de tempo e lugar, entre rendilhados densos, passagens dronescas, uma certa melancolia estelar e aquele ataque, sempre impetuoso e sentido. BS.

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