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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Segunda 19 10 Segunda-feira, 19 de outubro

  1. sexta 16 26
  2. sábado 17 51
  3. domingo 18 16
  4. segunda 19 9
  5. terça 20 11
  6. quarta 21 12
  7. quinta 22 19
  8. sexta 23 25
  9. sábado 24 46

A decorrer: 287 exposições, ciclos e atrações ↓

Sem hora publicada 1 evento
Tarde 1 evento
Lino Brocka | Insiang

15:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Sessão do ciclo dedicado ao realizador filipino Lino Brocka, com a exibição de 'Insiang'. Bilhetes a 3,20€, com descontos para amigos da Cinemateca, jovens, estudantes e maiores de 65.

Noite 5 eventos
A Biblioteca Oliveira Lima em Lisboa

18:00 Fundação Calouste Gulbenkian Avenidas Novas Lisboa

Outro

Sessão de divulgação da Biblioteca Oliveira Lima e do seu acervo documental e artístico junto da comunidade de investigadores e da academia portuguesa.

Lino Brocka | Bona

19:00 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Sessão do ciclo dedicado ao realizador filipino Lino Brocka, com a exibição de 'Bona'. Bilhetes a 3,20€, com descontos para amigos da Cinemateca, jovens, estudantes e maiores de 65.

Lino Brocka | Ina, Kapatid, Anak

19:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Sessão de «Ina, Kapatid, Anak» de Lino Brocka na Cinemateca, um drama sobre os laços entre uma mãe, os seus filhos e os seus irmãos. Bilhetes a 3,20€, com descontos disponíveis.

COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

Peça de teatro intitulada COCK.

Lino Brocka | Cain e Abel

21:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Sessão de «Cain e Abel» de Lino Brocka na Cinemateca, um retrato da rivalidade entre dois irmãos. Bilhetes a 3,20€, com descontos disponíveis.

Exposições, ciclos e atrações 287 eventos

Gwenifer Raymond

Música ao vivo 13€

Sábado, 12 de dezembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A guitarrista galesa Gwenifer Raymond traz a sua 'Welsh Primitive' a Lisboa, com repertório do álbum 'Last Night I Heard The Dog Star Bark' e um fingerpicking virtuoso de herança american primitiva.

Detalhes completos

Décadas e décadas volvidas desde o nascimento de Blind Joe Death pelas mãos de John Fahey e a sua transfiguração continua ainda hoje, irresoluta e assombrada pelos fantasmas da Takoma e daqueles que a precederam. Dessa herança primordial, o fingerpicking na poeira dos blues, da folk, da country, ragga e dos grandes espaços da ‘American Primitive’ de Fahey, Robbie Basho ou Leo Kotke a Jack Rose (D.E.P.), Steffen Basho-Juggens ou Norberto Lobo ressalta, como em muitas histórias do saber mais restritas, uma linhagem esquartejada para a hegemonia masculina (e branca). Mas numa altura em que a linearidade histórica tem sido posta repetidas vezes em causa e como Grayson Haver Currin escreveu há uns anos no New York Times ‘a new generations of players is rapidly changing that’. Na senda dos caminhos já muito trilhados por Marisa Anderson ou Kaki King, nomes como Sarah Louise, Yasmin Williams ou Gwenifer Raymond têm vindo a conquistar um merecido espaço no enclave. Sem esconder a influência, meio inescapável, de Fahey, ‘almost, by definition, my mean uncle figure’, Raymond reconhece também que os papéis tradicionais estão a desaparecer e tem vindo, desde a edição de You Were Never Much Of A Dancer na sempre respeitável Tompkins Square em 2018, a dar contributo precioso para essa mudança. Mantendo a ligação à casa de Tompkins Square para o seu segundo álbum , Strange Lights Over Garth Mountain , 2020 -, entrou num período resguardado no que respeita a edições, com um inusitado single postal de 4″ e a cassete Live at MOTH Club a mediarem a edição do seu terceiro álbum, na We Are Busy Bodies, em 2025 , Last Night I Heard The Dog Star Bark . Documento que sedimenta a sua ‘Welsh Primitive’, reflexo bem humorado e sucinto das suas origens e vivências no País de Gales a trespassar nas histórias e paisagens para uma música plena de lirismo mas de ataque feroz às cordas, capaz de sacar enredos melódicos memoráveis e hipnotizantes a partir de uma técnica virtuosa sem show off. Inspirado num fascínio duradouro pela ficção científica, Last Night I Heard The Dog Star Bark pega particularmente nas visões da personagem de Tom O’Bedlam da série de BD The Invisibles de Grant Morrison, para daí chegar às suas próprias visões, numa cápsula temporal que projecta o folclore do País de Gales para fora de tempo e lugar, entre rendilhados densos, passagens dronescas, uma certa melancolia estelar e aquele ataque, sempre impetuoso e sentido. BS.

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