Filhos de Alguém
Teatro
Sexta-feira, 16 de outubro · até 17 10
Num banco emblemático de Ponta Delgada, onde o poeta Antero de Quental pôs fim à vida, dois irmãos marginalizados aguardam um futuro que nunca chega. A peça é um retrato poético e social da família, do abandono, da pobreza e da esperança, questionando o que fazer com aqueles que a sociedade deixa cair.
Num banco emblemático de Ponta Delgada, onde o poeta Antero de Quental pôs fim à vida, dois irmãos marginalizados aguardam um futuro que nunca chega. Entre a memória de um homem que sonhou uma sociedade mais justa e a realidade dos excluídos de hoje, a peça confronta-nos com temas como a família, o abandono, a pobreza, a dependência e a esperança. Um retrato poético e social dos que ficam à margem, questionando o que fazer com aqueles que a sociedade deixa cair. Ficha técnica: Texto de Nuno Costa Santos e João Pedro Porto; direção artística e encenação de Miguel Damião; com Emanuel Arada e Rui M. Silva.