Alex Zhang Hungtai + Belaflor Música en vivo 14€
Concierto con Alex Zhang Hungtai y Belaflor, que presentan trabajos recientes y sonoridades entre lo experimental y lo electrónico.
Detalles completos Breve introducción
Alex Zhang Hungtai
Regreso de este viejo compañero de vivencias en esta ciudad, de otra Lisboa, donde vivió, hizo amigos y creó durante un paso relativamente breve pero que dejó huella en su trayectoria y que, en su camino nómada desde entonces, ha sido parada para visitas espaciadas. Esta vez, la aparición se da en un momento muy prolífico para el músico de origen taiwanés, con dos álbumes lanzados ya este año: 'Dras' en Shelter Press y el doble 'Orion/Mother' en American Dreams. Distintos en su génesis y en el resultado, revelan en su singularidad dos facetas complementarias para la identidad y visiones que Hungtai ha venido proyectando en nombre propio tras dejar caer el velo de Dirty Beaches, entre álbumes en solitario, discos colaborativos y la composición de bandas sonoras; la revelación solitaria en 'Dras' y la comunión creativa en 'Orion/Mother'.
Captando las reverberaciones beatíficas del Saint Joseph Oratory en Montreal en 2019, 'Dras' tiene en el clamor del saxofón la fuente primordial para composiciones nacidas de esas grabaciones y trabajadas con paciencia en la soledad del período pandémico de 2020. Explorando las resonancias y armónicos de la inmensidad espacial de la basílica, Hungtai va dialogando con esas apariciones espectrales entre melodías aparentemente disonantes, acordes dóricos y pasajes subterráneos que son como un espejo interior de ese envolvimiento, y viceversa. Imaginando una especie de banda a partir de diversas improvisaciones con músicos como Kwami Winfield o Laura Cocks grabadas a lo largo de años anteriores, revisitadas durante un invierno particularmente agreste en Nueva York, 'Orion/Mother' se extiende a lo largo de dos discos, en el que es su tomo expansivo hasta la fecha. Inspirado en el método de improvisación de Butch Morris, Hungtai alineó diferentes sesiones de grabación, pobladas por percusión, electrónica, voces o vientos, en piezas compuestas de diferentes épocas, sobre las cuales él mismo improvisó líneas de clarinete, tan afectas al dolor baladí como a la exploración tímbrica, en un todo que se sostiene misteriosamente entre una cierta intangibilidad y una calidad sonora casi palpable, viva. Naturaleza de este espíritu inquieto.
BS
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Belaflor
Belaflor se inspira en arte sacro, cuerpos disidentes y esperanza. La liberación de la carne mediante la amplificación y circuitos eléctricos. Instrumental, sin voz, solo ondas sonoras. Entre Trás-os-Montes y Coimbra, desde 2023.
Apertura de puertas
20:30
Precios
Entrada - 14€
Ver original (portugués) Breve Introdução
Alex Zhang Hungtai
Regresso deste velho comparsa de vivências nesta cidade, de uma outra Lisboa, onde viveu, amigou e criou durante uma passagem relativamente breve mas que deixou marca no seu percurso e que, na sua trajectória nomádica desde então, tem sido poiso para visitas espaçadas. Desta feita, a aparição dá-se numa altura bem prolífera para o músico de origem Taiwanesa, com dois álbuns lançados já este ano: 'Dras' na Shelter Press e o duplo 'Orion/Mother' na American Dreams. Distintos na sua génese e no resultado, revelam na sua singularidade duas facetas complementares para a identidade e visões que Hungtai tem vindo a projectar em nome próprio após deixar cair o véu Dirty Beaches, por entre álbuns a solo, discos colaborativos e a composição de bandas sonoras; a revelação solitária em 'Dras' e o comunhão criativa em 'Orion/Mother'.
Captando as reverberações beatificas do Saint Joseph Oratory em Montreal em 2019, 'Dras' tem no clamor do saxofone a fonte primordial para composições nascidas dessas gravações e trabalhadas com paciência na solidão do período pandémico de 2020. Explorando as ressonâncias e harmónicos da imensidão espacial da basílica, Hungtai vai dialogando com essas aparições espectrais por entre melodias aparentemente dissonantes, acordes doridos e passagens subterrâneas que são como um espelho interior dessa envolvência, e vice-versa. Imaginando uma espécie de banda a partir de diversas improvisações com músicos como Kwami Winfield ou Laura Cocks gravadas ao longo de anos anteriores, revisitadas durante um Inverno particularmente agreste em Nova Iorque, 'Orion/Mother' espraia-se ao longo de dois discos, naquele que é o seu tomo expansivo até à data. Inspirado no método de improvisação de Butch Morris, Hungtai alinhou diferentes sessões de gravação, populadas por percussão, electrónica, vozes ou sopros, em peças compostas de diferentes eras, sobre as quais o próprio improvisou linhas de clarinete, tão afectas à dor baladeira como à exploração tímbrica, num todo que se sustenta misteriosamente entre uma certa intangibilidade e uma qualidade sonora quase palpável, viva. Natureza deste espírito inquieto.
BS
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Belaflor
Belaflor inspira-se em arte sacra, corpos dissidentes, e em esperança. A libertação da carne pela amplificação e circuitos elétricos. Instrumental, sem voz, apenas ondas sonoras. Entre Trás-os-Montes e Coimbra, desde 2023.
Abertura de Portas
20:30
Preços
Entrada - 14€