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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Quarta 7 10 Quarta-feira, 7 de outubro

  1. domingo 4 31
  2. segunda 5 5
  3. terça 6 8
  4. quarta 7 9
  5. quinta 8 17
  6. sexta 9 25
  7. sábado 10 73
  8. domingo 11 20
  9. segunda 12 13

A decorrer: 263 exposições, ciclos e atrações ↓

Tarde 1 evento
Noite 5 eventos
Techno Yoga with Kate Zubok

18:30 Teja House Lisboa

DJ set

Uma fusão de exercícios de respiração, yoga, movimento consciente e dança ao ritmo do techno minimal de Berlim, guiada pela DJ e produtora Kate Zubok, todas as quartas-feiras na TEJÁ House, à beira-rio no Cais do Sodré — sem necessidade de experiência.

LISBOA | ANA GARCIA MARTINS: INSUFICIENTE

19:00 Aula Magna Cidade Universitária Lisboa

20€ Teatro

Espectáculo de stand-up comedy de Ana Garcia Martins, onde explora a sensação de insuficiência e autocrítica que a acompanha desde a infância.

Lado BB | Spécial Bardot

19:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Sessão do ciclo Lado BB dedicada a Brigitte Bardot, a 3,20€ o bilhete geral, com descontos para Amigos da Cinemateca, Cartão Jovem, desempregados, estudantes, estudantes de cinema, júnior (até 16 anos) e maiores de 65.

Ponte Ibérica | Bridges not Walls

20:00 São Luiz Teatro Municipal Lisboa

6€ Música ao vivo

Concerto que celebra a ligação entre culturas, apresentado no âmbito da Ponte Ibérica.

Mothership

23:59 Lisboa Rio Lisboa

10€ DJ set

Todas as quartas-feiras, a aliança entre Visionaries e Freaky Fiction convida a subir a bordo da Mothership no Lisboa Rio, da meia-noite às 7h da manhã, para explorações galácticas com estética ritualística. Há open bar de cerveja até à 01h00 e, depois disso, cada bilhete inclui uma bebida de cortesia.

Exposições, ciclos e atrações 263 eventos

Gwenifer Raymond

Música ao vivo 13€

Sábado, 12 de dezembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A guitarrista galesa Gwenifer Raymond traz a sua 'Welsh Primitive' a Lisboa, com repertório do álbum 'Last Night I Heard The Dog Star Bark' e um fingerpicking virtuoso de herança american primitiva.

Detalhes completos

Décadas e décadas volvidas desde o nascimento de Blind Joe Death pelas mãos de John Fahey e a sua transfiguração continua ainda hoje, irresoluta e assombrada pelos fantasmas da Takoma e daqueles que a precederam. Dessa herança primordial, o fingerpicking na poeira dos blues, da folk, da country, ragga e dos grandes espaços da ‘American Primitive’ de Fahey, Robbie Basho ou Leo Kotke a Jack Rose (D.E.P.), Steffen Basho-Juggens ou Norberto Lobo ressalta, como em muitas histórias do saber mais restritas, uma linhagem esquartejada para a hegemonia masculina (e branca). Mas numa altura em que a linearidade histórica tem sido posta repetidas vezes em causa e como Grayson Haver Currin escreveu há uns anos no New York Times ‘a new generations of players is rapidly changing that’. Na senda dos caminhos já muito trilhados por Marisa Anderson ou Kaki King, nomes como Sarah Louise, Yasmin Williams ou Gwenifer Raymond têm vindo a conquistar um merecido espaço no enclave. Sem esconder a influência, meio inescapável, de Fahey, ‘almost, by definition, my mean uncle figure’, Raymond reconhece também que os papéis tradicionais estão a desaparecer e tem vindo, desde a edição de You Were Never Much Of A Dancer na sempre respeitável Tompkins Square em 2018, a dar contributo precioso para essa mudança. Mantendo a ligação à casa de Tompkins Square para o seu segundo álbum , Strange Lights Over Garth Mountain , 2020 -, entrou num período resguardado no que respeita a edições, com um inusitado single postal de 4″ e a cassete Live at MOTH Club a mediarem a edição do seu terceiro álbum, na We Are Busy Bodies, em 2025 , Last Night I Heard The Dog Star Bark . Documento que sedimenta a sua ‘Welsh Primitive’, reflexo bem humorado e sucinto das suas origens e vivências no País de Gales a trespassar nas histórias e paisagens para uma música plena de lirismo mas de ataque feroz às cordas, capaz de sacar enredos melódicos memoráveis e hipnotizantes a partir de uma técnica virtuosa sem show off. Inspirado num fascínio duradouro pela ficção científica, Last Night I Heard The Dog Star Bark pega particularmente nas visões da personagem de Tom O’Bedlam da série de BD The Invisibles de Grant Morrison, para daí chegar às suas próprias visões, numa cápsula temporal que projecta o folclore do País de Gales para fora de tempo e lugar, entre rendilhados densos, passagens dronescas, uma certa melancolia estelar e aquele ataque, sempre impetuoso e sentido. BS.

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