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Lisboa, Sintra e Cascais
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outubro de 2026

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Quarta 18 11 Quarta-feira, 18 de novembro

  1. domingo 15 11
  2. segunda 16 3
  3. terça 17 4
  4. quarta 18 4
  5. quinta 19 10
  6. sexta 20 17
  7. sábado 21 34
  8. domingo 22 12
  9. segunda 23 3

A decorrer: 342 exposições, ciclos e atrações ↓

East Forest - Misty Fest

21:00 São Luiz Teatro Municipal Lisboa

7€ Música ao vivo

East Forest, o projeto eletroacústico do compositor e produtor norte-americano Trevor Oswalt, apresenta uma experiência instrumental e imersiva entre o ambient, o neoclássico e a eletrónica, que explora a relação entre som, consciência e espiritualidade.

Jason y las Furias

21:00 Capitólio Arroios Lisboa

10€ Teatro

Depois de conquistar o Velocino de Ouro com a ajuda de Medeia, Jasão quebra o seu juramento e desencadeia a fúria dela. Perseguido pelas Fúrias, terá de descer aos infernos para enfrentar o seu destino trágico.

janeiro | Reticências : Uma nova versão de nós

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

25€ 6+ Música ao vivo

A 18 de novembro, janeiro apresenta no Coliseu Club, em Lisboa, 'Reticências: Uma Nova Versão de Nós', uma noite íntima de violão de nylon e piano que dá vida ao novo álbum 'Reticências' e conta com alguns dos artistas convidados do disco.

MONO - ANDRÉ PINHEIRO

22:00 Cinema São Jorge Arroios Lisboa

15€ Cinema

André Pinheiro apresenta o seu primeiro espetáculo a solo, onde explora o significado do nome 'Mono' através de monólogos, monociclos e monóculos, num misto de humor e reflexão.

Exposições, ciclos e atrações 342 eventos

The Sleeves

Música ao vivo 12€

Terça-feira, 17 de novembro · 21:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

O duo de Tara Cunningham e Jack Cooper junta guitarra improvisada a um renascimento do slowcore, numa música de calma fabulosa onde a plenitude está no que fica por preencher.

Detalhes completos

Para quem, em duo, cria música tão esparsa, surpreende como Tara Cunningham e Jack Cooper (ambos de Modern Nature, ele também de Ultimate Painting e colabora com os Apartment House) soam tão fluídos, sem misturar contenção com tensão ou controlo com ansiedade. Música de guitarra, The Sleeves juntam guitarra improvisada a uma espécie de renascimento de slowcore. Ouvir o álbum homónimo, editado neste ano, é como entrar numa cápsula do tempo e escutar Low pela primeira vez. A comparação é algo injusta para os Low, porque o trio era único , e, mais para o final, imprevisível -, mas os The Sleeves concentram bem a fórmula de fazer muito, com pouco. E é por aí que pensamos nos Low. A celeridade com o uso das palavras também ajuda. Mas uma comparação é apenas uma comparação. The Sleeves têm mérito próprio. O segredo está na tal fluidez, que se manifesta nas guitarras, que correm linhas sem fim, encontrando uma solução para o momento seguinte, e como as palavras e frases se justificam a si mesmo, mesmo quando muitas vezes parecem incompletas. O propósito é simples, nas canções de The Sleeves sentimos que há sempre algo por fazer e ambos os músicos são exímios a transmitir isso, pela forma como completam as ideias com algo inacabado. É música que diz tudo porque fica algo por dizer e que transmite que está tudo bem. Por isso é que o controlo não tem ansiedade, porque não é bem controlo, por isso é que a ansiedade nunca se concretiza, porque não há nada com que estar ansioso. Aceita-se que as coisas estão bem assim, como estão. A plenitude de The Sleeves existe naquilo que fica por preencher. O que ouvimos nos silêncios, o que sentimos quando uma ideia parece ter terminado a meio, o que nos apetece fazer quando uma canção termina num murmúrio (de voz, de guitarra, tanto faz) e se fica pendurado numa resposta. Talvez não haja resposta. Os The Sleeves são um belo compromisso do que fica no meio entre sugestão e a realização, com uma fabulosa calma, um relaxe que de facto relaxa. São o ASMR musicado que nunca esperaram ouvir. AS.

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