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Lisboa, Sintra e Cascais
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outubro de 2026

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Segunda 16 11 Segunda-feira, 16 de novembro

  1. sexta 13 9
  2. sábado 14 34
  3. domingo 15 11
  4. segunda 16 3
  5. terça 17 4
  6. quarta 18 4
  7. quinta 19 10
  8. sexta 20 17
  9. sábado 21 34

A decorrer: 343 exposições, ciclos e atrações ↓

Selma Uamusse | Como um dia de Domingo

19:00 Teatro Variedades Lisboa

10€ Teatro

Depois do sucesso na época estival na Mãe Jerico, na aldeia de Cardosas, Selma Uamusse apresenta a rubrica "Como um dia de Domingo" em soirée na capital: um ato único de improviso em que a artista escolhe a sua linguagem — teatro, dança, palavra ou música — e o público também é personagem.

COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

A peça 'COCK' é apresentada.

Exposições, ciclos e atrações 343 eventos

Mondo Negro x ZDB: Powerplant ⟡ Thee Seizures

Música ao vivo 14€

Segunda-feira, 9 de novembro · 21:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

O Mondo Negro e a ZDB juntam os Powerplant, o delírio black metal londrino de Theo Zhykharyev, aos Thee Seizures, num concerto que abraça com humor os tropos do género.

Detalhes completos

Passadas já mais de três décadas desde o homicídio de Euronymous às mãos de Varg Vikernes, a fúria de gelo escandinavo e bruma hermética que se abate sobre o Black Metal, nutrida a instintos misantrópicos, para não dizer homicidas/suicidas, tem-se desvanecido do purismo trve kvlt da horda niilista e edgelord para assumir de forma cada vez mais evidente a teatralidade campy do corpsepaint. Da meme-ificação dos Immortal, passando pela sleaziness de Carpathian Forest, ao lore Senhor dos Anéis de Summoning, a figura de Mortiis e seu papel pivotal na Dungeon Synth até à sátira anti-NSBM de Old Nick, traça-se todo um imaginário progressivamente mais auto-consciente dessa fantasia que se consuma na música de Powerplant. Delírio nascido em Londres da mente do ucraniano Theo Zhykharyev que foi amealhando culto virtual ao longo dos anos e é hoje uma banda de pleno de direito. Recolhendo inspiração no Garage Punk dos Misfits, na facção gótica do post-punk, nas atmosferas húmidas da Dungeon Synth e, claro está, no Black Metal, Powerplant encarnam com uma boa onda e sem sobranceira as tropes de género, exultando no seu último álbum , Bridge of Sacrifice , as suas valências em malhas absolutamente memoráveis no corropio caleidoscópico. Entre os berros ríspidos do Black Metal e uma voz limpa que tanto lembra (estranhamente) Layne Staley como se entrega a exageros indie e/ou góticos, Powerplant conseguem a proeza de tornar toda esta aparente confusão de tremolo picking, riffs roqueiros, batidas marciais, sintetizadores épicos e passagens acústicas num processo natural com vista à canção. Tudo feito de forma tão honesta quanto consciente de si mesma. BS.

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