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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Quarta 11 11 Quarta-feira, 11 de novembro

  1. domingo 8 7
  2. segunda 9 8
  3. terça 10 7
  4. quarta 11 7
  5. quinta 12 4
  6. sexta 13 9
  7. sábado 14 31
  8. domingo 15 10
  9. segunda 16 2

A decorrer: 274 exposições, ciclos e atrações ↓

ARLO PARKS - DESIRE TOUR

20:00 Lisboa ao Vivo Campo Pequeno Lisboa

Música ao vivo

Arlo Parks apresenta a Desire Tour, celebrando o novo álbum Ambiguous Desire, num concerto que promete o seu soul intimista e experimental.

ANO 2200

21:00 Espaço Escola de Mulheres Lisboa

12,5€ Teatro

'Ano 2200' é uma visão poética e apocalíptica da Humanidade, uma alegoria distópica sobre a erosão da liberdade, com teatro físico, objetos, sombras e videoarte.

Carlos Araújo e BeDuet + Convidados | 1+1=3

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

20€ 6+ Para toda a família Música ao vivo

Carlos Araújo e o BeDuet juntam-se no Coliseu Club para um espetáculo único, 1+1=3, onde dois concertos se cruzam num só, com reportório original dos dois projetos.

Exposições, ciclos e atrações 274 eventos

Heroína apresenta ‘Heroína’ ⟡ Iguanas ⟡ Prado

Música ao vivo 12€

Sábado, 10 de outubro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A banda Heroína apresenta o seu álbum de estreia ‘Heroína’, com um som que mescla hardcore, noise rock e canções intensas, em concerto juntamente com Iguanas e Prado.

Detalhes completos

Banda de aparição fulgurante, Heroína carrega no nome um sentido de bravura, perfeitamente alinhado com as intenções mais viscerais e as promessas por cumprir em torno do quadrado voz-guitarra-baixo-bateria. Captado e misturado por Kellzo e masterizado por Carlos Nascimento, este primeiro álbum do quarteto sediado em Lisboa, consegue a proeza de traduzir de forma igualmente fiel e sublimada a essência de tudo aquilo que tem sido entregue em palco nesta (ainda) breve existência conjunta. Com passado e, fundamentalmente, um presente que açambarca o hardcore, o rock mais estrepitoso, a desconstrução do cânone e a canção mais sincera, os quatro meliantes benévolos de Heroína evocam essas outras andanças não como mera súmula das mesmas mas como uma outra música consumada por instinto, saber e teimosia. Crença nas fundações mais basilares e honestas do rock como psicoativo para encontrar a beleza no grotesco, a transcendência no estrilho, a vida que palpita naquele estertor irascível do mundano. São, se quisermos alinhar por uma espécie de cartografia e contínuo histórico, aquilo que de mais próximo alguma vez encarnou neste país o espírito desviante da Skin Graft , U.S. Maple, Melt Banana ou Arab on Radar , em 11 petardos (regra geral) bem breves, atirados sem pejo e com todo o abandono sob a forma de canções intensamente vividas=alucinadas nos riffs sinuosos da guitarra expansiva de Martim, no pulso esquivo do baixo de Abras, nos blast beats e balanço da bateria de Vasco e no clamor a céu aberto da voz e da lírica prosaica de Jarda, o primeiro e último dos românticos do noise rock do burgo. Do minuto inicial de fúria intempestiva de ‘Corre’, ao pára-arranca memorável de ‘Escarro’, passando pelos sopros trôpegos de ‘Lavanda’, o cambaleio de ‘Heroína’, a vertigem electrificada sobre o abismo de ‘Vigilante’ até ao headbaging final com ‘Amigo Padre’, ‘Heroína’, editado pela Cafetra Records, trata de acertar passo aos dias de hoje, como quem pega fogo aos alicerces estóicos do passado, para se atirar com fé ao vazio que daí resta, para uma outra vida.

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