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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Quinta 5 11 Quinta-feira, 5 de novembro

  1. segunda 2 5
  2. terça 3 3
  3. quarta 4 7
  4. quinta 5 7
  5. sexta 6 14
  6. sábado 7 22
  7. domingo 8 7
  8. segunda 9 8
  9. terça 10 7

A decorrer: 266 exposições, ciclos e atrações ↓

EROS PRADO - O PAGODE DA OFENSA

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

20€ 6+ Para toda a família Teatro

Eros Prado traz ao Coliseu dos Recreios o Pagode da Ofensa, o fenómeno do humor digital brasileiro, num espetáculo ao vivo de paródias, rimas e improviso com interação constante com o público. Recomendado para maiores de 6 anos.

FESTA DO JAZZ 2026 | VICENTE OLIVEIRA SEXTETO

21:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ Música ao vivo

Liderado pelo guitarrista Vicente Oliveira, o sexteto apresenta o álbum «O que a terra deixou para trás», que reinterpreta melodias ancestrais da música tradicional portuguesa — de Trás-os-Montes ao Algarve — através de arranjos de jazz para sexteto.

MAX COOPER

21:00 Lisboa ao Vivo Campo Pequeno Lisboa

20€ Música ao vivo

Max Cooper apresenta Feeling Is Structure no LAV – Lisboa Ao Vivo, a 5 de novembro, num concerto imersivo que funde arte visual e som computacional. Clientes Revolut têm 7% de desconto no bilhete geral ao pagar com Revolut Pay.

Mike Viola

21:00 BOTA Lisboa

15€ Música ao vivo

Concerto de Mike Viola.

FESTA DO JAZZ 2026 | JOANA RAQUEL QUINTETO

22:15 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ Música ao vivo

O quinteto de Joana Raquel apresenta «Queda Áscua», um repertório com ecos da música erudita de câmara construído em torno do conceito de canção, em que a poesia dita a composição e a música vive do contraponto e do ritmo — dispensando o seu protagonista mais comum, a bateria.

Exposições, ciclos e atrações 266 eventos

Alex Zhang Hungtai ⟡ Belaflor

Música ao vivo 14€

Quinta-feira, 15 de outubro · 21:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

Alex Zhang Hungtai regressa à Belaflor para apresentar dois álbuns saídos este ano: “Dras”, construído a partir de gravações de saxofone numa basílica de Montreal, e o duplo álbum colaborativo “Orion/Mother”. Um concerto entre a revelação solitária e a comunhão criativa.

Detalhes completos

Regresso deste velho comparsa de vivências nesta cidade, de uma outra Lisboa, onde viveu, amigou e criou durante uma passagem relativamente breve mas que deixou marca no seu percurso e que, na sua trajectória nomádica desde então, tem sido poiso para visitas espaçadas. Desta feita, a aparição dá-se numa altura bem prolífera para o músico de origem Taiwanesa, com dois álbuns lançados já este ano: Dras na Shelter Press e o duplo Orion/Mother na American Dreams. Distintos na sua génese e no resultado, revelam na sua singularidade duas facetas complementares para a identidade e visões que Hungtai tem vindo a projectar em nome próprio após deixar cair o véu Dirty Beaches, por entre álbuns a solo, discos colaborativos e a composição de bandas sonoras; a revelação solitária em Dras e o comunhão criativa em Orion/Mother . Captando as reverberações beatificas do Saint Joseph Oratory em Montreal em 2019, Dras tem no clamor do saxofone a fonte primordial para composições nascidas dessas gravações e trabalhadas com paciência na solidão do período pandémico de 2020. Explorando as ressonâncias e harmónicos da imensidão espacial da basílica, Hungtai vai dialogando com essas aparições espectrais por entre melodias aparentemente dissonantes, acordes doridos e passagens subterrâneas que são como um espelho interior dessa envolvência, e vice-versa. Imaginando uma espécie de banda a partir de diversas improvisações com músicos como Kwami Winfield ou Laura Cocks gravadas ao longo de anos anteriores, revisitadas durante um Inverno particularmente agreste em Nova Iorque, Orion/Mother espraia-se ao longo de dois discos, naquele que é o seu tomo expansivo até à data. Inspirado no método de improvisação de Butch Morris, Hungtai alinhou diferentes sessões de gravação, populadas por percussão, electrónica, vozes ou sopros, em peças compostas de diferentes eras, sobre as quais o próprio improvisou linhas de clarinete, tão afectas à dor baladeira como à exploração tímbrica, num todo que se sustenta misteriosamente entre uma certa intangibilidade e uma qualidade sonora quase palpável, viva. Natureza deste espírito inquieto. BS.

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