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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Quarta 4 11 Quarta-feira, 4 de novembro

  1. domingo 1 11
  2. segunda 2 5
  3. terça 3 3
  4. quarta 4 7
  5. quinta 5 7
  6. sexta 6 13
  7. sábado 7 21
  8. domingo 8 7
  9. segunda 9 7

A decorrer: 262 exposições, ciclos e atrações ↓

Sem hora publicada 1 evento
Cordel - nova data!

Auditório Camões Lisboa

Música ao vivo

Cordel, projeto de Edu Mundo e João Pires, apresenta-se em concerto no Auditório do Liceu Camões no dia 4 de novembro, com o novo álbum Volume II.

Noite 5 eventos
Eros Prado - Pagode da Ofensa @ Estoril

21:00 Casino Estoril Estoril Cascais

25€ Teatro

O humorista brasileiro Eros Prado traz o espetáculo "Pagode da Ofensa" a Portugal, com humor, improviso e interação com o público.

FESTA DO JAZZ 2026 | BITOI

21:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ Música ao vivo

O híbrido sueco-dinamarquês BITOI, construído em torno do baixo e de três vozes femininas, traz ao Festa do Jazz 2026 o seu som maximalista feito a partir de cantos de pássaros transcritos, sobrepondo harmonias próximas e dissonâncias a linhas de baixo profundas e pulsantes.

Mondo Negro x ZDB: Poison Ruïn ⟡ Bated Breath

21:00 Galeria Zé dos Bois Bairro Alto Lisboa

15€ Música ao vivo

Em parceria com a Mondo Negro, a ZDB recebe o quarteto da Pensilvânia Poison Ruïn, cujo punk de feição black metal atravessa Venom, Darkthrone e o D-beat, ao lado de Bated Breath.

NIÑA PASTORI | TURNÊ CAMINO 2025 | LISBOA

21:30 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

40€ 6+ Para toda a família Teatro

O espetáculo de Niña Pastori, integrado na digressão Camino, estava marcado para 4 de novembro no Coliseu dos Recreios, mas foi cancelado. Quem comprou bilhetes deve contactar o ponto de venda para devolução até 4 de dezembro de 2026.

FESTA DO JAZZ 2026 | FES

22:15 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ Música ao vivo

Para assinalar o centenário do nascimento de John Coltrane, a Flat Earth Society Orchestra apresenta «The Coltrane Mutations», desconstruindo e reinventando os clássicos de Coltrane através da sua linguagem orquestral excêntrica e experimental, ao lado de novas composições contaminadas pelo «vírus Trane».

Exposições, ciclos e atrações 262 eventos

Heroína apresenta ‘Heroína’ ⟡ Iguanas ⟡ Prado

Música ao vivo 12€

Sábado, 10 de outubro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A banda Heroína apresenta o seu álbum de estreia ‘Heroína’, com um som que mescla hardcore, noise rock e canções intensas, em concerto juntamente com Iguanas e Prado.

Detalhes completos

Banda de aparição fulgurante, Heroína carrega no nome um sentido de bravura, perfeitamente alinhado com as intenções mais viscerais e as promessas por cumprir em torno do quadrado voz-guitarra-baixo-bateria. Captado e misturado por Kellzo e masterizado por Carlos Nascimento, este primeiro álbum do quarteto sediado em Lisboa, consegue a proeza de traduzir de forma igualmente fiel e sublimada a essência de tudo aquilo que tem sido entregue em palco nesta (ainda) breve existência conjunta. Com passado e, fundamentalmente, um presente que açambarca o hardcore, o rock mais estrepitoso, a desconstrução do cânone e a canção mais sincera, os quatro meliantes benévolos de Heroína evocam essas outras andanças não como mera súmula das mesmas mas como uma outra música consumada por instinto, saber e teimosia. Crença nas fundações mais basilares e honestas do rock como psicoativo para encontrar a beleza no grotesco, a transcendência no estrilho, a vida que palpita naquele estertor irascível do mundano. São, se quisermos alinhar por uma espécie de cartografia e contínuo histórico, aquilo que de mais próximo alguma vez encarnou neste país o espírito desviante da Skin Graft , U.S. Maple, Melt Banana ou Arab on Radar , em 11 petardos (regra geral) bem breves, atirados sem pejo e com todo o abandono sob a forma de canções intensamente vividas=alucinadas nos riffs sinuosos da guitarra expansiva de Martim, no pulso esquivo do baixo de Abras, nos blast beats e balanço da bateria de Vasco e no clamor a céu aberto da voz e da lírica prosaica de Jarda, o primeiro e último dos românticos do noise rock do burgo. Do minuto inicial de fúria intempestiva de ‘Corre’, ao pára-arranca memorável de ‘Escarro’, passando pelos sopros trôpegos de ‘Lavanda’, o cambaleio de ‘Heroína’, a vertigem electrificada sobre o abismo de ‘Vigilante’ até ao headbaging final com ‘Amigo Padre’, ‘Heroína’, editado pela Cafetra Records, trata de acertar passo aos dias de hoje, como quem pega fogo aos alicerces estóicos do passado, para se atirar com fé ao vazio que daí resta, para uma outra vida.

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