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Lisboa, Sintra e Cascais
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outubro de 2026

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Terça 3 11 Terça-feira, 3 de novembro

  1. sábado 31 43
  2. domingo 1 17
  3. segunda 2 5
  4. terça 3 3
  5. quarta 4 6
  6. quinta 5 8
  7. sexta 6 15
  8. sábado 7 24
  9. domingo 8 8

A decorrer: 356 exposições, ciclos e atrações ↓

Cristina Clara

20:00 São Luiz Teatro Municipal Lisboa

15€ Música ao vivo

Um concerto de fado com a voz de Cristina Clara, uma das mais marcantes intérpretes da nova geração do fado.

COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

Uma peça de teatro provocadora que explora relações e identidade em Lisboa.

DURAN DURAN - Free To Love Tour | Lisboa

21:00 Altice Arena Parque das Nações Lisboa

70€ Música ao vivo

Os Duran Duran trazem a Free To Love Tour à maior sala de concertos de Lisboa para um espetáculo exclusivo, mais de quatro décadas e 100 milhões de discos depois, com clássicos como Hungry Like The Wolf e Rio. Felipe Karlsson é o artista de abertura.

Exposições, ciclos e atrações 356 eventos

Alex Zhang Hungtai ⟡ Belaflor

Música ao vivo 14€

Quinta-feira, 15 de outubro · 21:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

Alex Zhang Hungtai regressa à Belaflor para apresentar dois álbuns saídos este ano: “Dras”, construído a partir de gravações de saxofone numa basílica de Montreal, e o duplo álbum colaborativo “Orion/Mother”. Um concerto entre a revelação solitária e a comunhão criativa.

Detalhes completos

Regresso deste velho comparsa de vivências nesta cidade, de uma outra Lisboa, onde viveu, amigou e criou durante uma passagem relativamente breve mas que deixou marca no seu percurso e que, na sua trajectória nomádica desde então, tem sido poiso para visitas espaçadas. Desta feita, a aparição dá-se numa altura bem prolífera para o músico de origem Taiwanesa, com dois álbuns lançados já este ano: Dras na Shelter Press e o duplo Orion/Mother na American Dreams. Distintos na sua génese e no resultado, revelam na sua singularidade duas facetas complementares para a identidade e visões que Hungtai tem vindo a projectar em nome próprio após deixar cair o véu Dirty Beaches, por entre álbuns a solo, discos colaborativos e a composição de bandas sonoras; a revelação solitária em Dras e o comunhão criativa em Orion/Mother . Captando as reverberações beatificas do Saint Joseph Oratory em Montreal em 2019, Dras tem no clamor do saxofone a fonte primordial para composições nascidas dessas gravações e trabalhadas com paciência na solidão do período pandémico de 2020. Explorando as ressonâncias e harmónicos da imensidão espacial da basílica, Hungtai vai dialogando com essas aparições espectrais por entre melodias aparentemente dissonantes, acordes doridos e passagens subterrâneas que são como um espelho interior dessa envolvência, e vice-versa. Imaginando uma espécie de banda a partir de diversas improvisações com músicos como Kwami Winfield ou Laura Cocks gravadas ao longo de anos anteriores, revisitadas durante um Inverno particularmente agreste em Nova Iorque, Orion/Mother espraia-se ao longo de dois discos, naquele que é o seu tomo expansivo até à data. Inspirado no método de improvisação de Butch Morris, Hungtai alinhou diferentes sessões de gravação, populadas por percussão, electrónica, vozes ou sopros, em peças compostas de diferentes eras, sobre as quais o próprio improvisou linhas de clarinete, tão afectas à dor baladeira como à exploração tímbrica, num todo que se sustenta misteriosamente entre uma certa intangibilidade e uma qualidade sonora quase palpável, viva. Natureza deste espírito inquieto. BS.

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