CCB - Centro Cultural de BelémPraça do ImpérioLisboaaté 3 10
3,50–5€ Para toda a família Música ao vivo
O Festival BIG BANG regressa ao CCB na 15.ª edição, com dois dias de concertos, instalações interativas, performances e oficinas pensados para crianças, jovens e famílias. O projeto integra uma rede internacional e aposta numa relação participativa com a música, o som e a criação artística.
CCB - Centro Cultural de BelémPraça do ImpérioLisboaaté 3 10
Grátis Para toda a família Música ao vivo
Estudantes do Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro levam à Praça CCB a tradição dos Pauliteiros de Miranda, com os lhaços, a dança dos paus e a língua mirandesa acompanhados por gaita-de-foles, caixa e bombo. A atuação mostra como esta prática, historicamente associada a grupos masculinos, se mantém viva e hoje também abre espaço a grupos femininos e mistos.
CCB - Centro Cultural de BelémPraça do ImpérioLisboaaté 3 10
3,50–4,50€ Para toda a família Música ao vivo
O trio Mile(s)tones convida o público jovem a entrar no universo de Miles Davis através das suas composições e da improvisação, atravessando ambientes como o estúdio de gravação, o palco, o cinema e o espaço visual da pintura. A produção da Zonzo Compagnie apresenta o jazz como uma linguagem lúdica e acessível, com audiodescrição na sessão de 3 de outubro às 12h00.
CCB - Centro Cultural de BelémPraça do ImpérioLisboaaté 3 10
3,50–4,50€ Para toda a família Música ao vivo
Norquestra, a criação de António-Pedro desenvolvida com João Clemente e neurocientistas, estreia no Festival Big Bang, transformando a Black Box do CCB num laboratório de improvisação. Ao longo de cerca de 45 minutos, as intervenções do público alteram o rumo da música em tempo real.
CCB - Centro Cultural de BelémPraça do ImpérioLisboaaté 3 10
4–5€ Para toda a família Música ao vivo
O concerto Canto ao Entardecer reúne o coletivo Retimbrar e o Coro Infantil da Voz do Operário no Grande Auditório do CCB, olhando para a música tradicional portuguesa como matéria viva e não como repertório fechado. Integrado no NOMAD Project, o espetáculo usa canções, ritmos e histórias para criar um diálogo entre memória, infância e presente.