O festival internacional Big Bang regressa a Lisboa com um labirinto de aventuras musicais — espetáculos multidisciplinares, instalações interativas e oficinas —, com 2 de outubro dedicado às escolas e 3 de outubro às famílias.
Em Cloudbusting, a cantora Aline Goffin convida o público jovem a mergulhar no universo de Kate Bush, num momento íntimo onde música, movimento e imagem se fundem, com hologramas mágicos.
Uma oficina prática de música de Bruno Estima e WETUMTUM, onde os participantes exploran a criação musical em grupo através de desafios e instrumentos, culminando numa breve apresentação pública.
Norquestra é um concerto interativo onde o público e os músicos exploram o mistério da criação musical, com a audiência convidada a intervir na música tocada. O espetáculo nasce de um processo de criação-investigação com músicos e neurocientistas.
Um percussionista, um pianista e um trompetista guiam-nos pelo fascinante mundo do lendário Miles Davis neste concerto imersivo do Festival Big Bang, com Fulco Ottervanger, Simon Segers e Bert Bernaerts a explorar as infinitas possibilidades da música improvisada.
Oficina do Festival Big Bang de música para públicos jovens em que o canto e o toque do adufe se complementam, multiplicand em percussione e vozes que ganham força pelo coletivo.
Uma instalação sonora interativa do compositor Jaime Reis e da violinista Beatriz Costa, que convida o público a explorar e criar paisagens sonoras a partir do esqueleto de um piano reconstruído.
O Coro Infantil da Voz do Operário junta-se ao coletivo Retimbrar num concerto do Festival Big Bang que propõe o canto como ritual, celebrando a música de raiz portuguesa, a oralidade e a comunidade numa reflexão sobre a passagem do tempo.
Um minicurso de quatro sessões em que David Ferreira celebra quase meio século de carreira de Sérgio Godinho através de cerca de 80 canções, percorrendo as influências, as personagens, as canções de amor e as etapas decisivas da sua obra. As sessões decorrem em outubro na Sala Lopes Graça: 7 € por sessão ou 21 € pelas quatro.
Inspirado no 'Woyzeck' de Büchner, Os Possessos encenam a história de Jorge, pai solteiro que aceita com subserviência todas as exigências dos seus superiores na impiedosa empresa LEX. A sessão de 11 de outubro tem interpretação em Língua Gestual Portuguesa.
Atividade para crianças dos 4 aos 6 anos em que a primeira visita ao museu se transforma numa caixa de surpresas, com cores, formas e texturas imprevisíveis para descobrir em família.
Concerto de Margarida Campelo, que apresenta o seu percurso musical entre a pop, soul, r&b e jazz experimental, incluindo temas do álbum 'Supermarket Joy' e a balada 'Eu Sei Que o Amor'.
Em Héritage, Cédric Eeckhout dá voz e palco à sua mãe, Jo Libertiaux, nascida em 1945, uma mulher livre e independente que se construiu sozinha num mundo dominado por homens, atravessando temas como a emancipação feminina e a história social — em francês com legendas em português.
A pianista Joana Gama regressa à edição a solo com 'a mind in the heart' de Ivan Vukosavljevic, um ciclo de oito peças para piano inspirado no ethos cristão ortodoxo e num sermão de Meister Eckhart, no âmbito da série Sexta Maior.
Concerto do Omniae Large Ensemble dirigido por Pedro Melo Alves, apresentando um novo capítulo do projeto que cruza composição contemporânea e improvisação jazz.
A ópera Carmen, de Georges Bizet, baseada na novela de Prosper Marimée, conta a história da cigana que morre em nome da liberdade e do amor. Revisitada por inúmeros encenadores, mantém-se como um dos mitos contemporâneos mais marcantes.
A ópera Carmen, de Georges Bizet, baseada na novela de Prosper Marimée, conta a história da cigana que morre em nome da liberdade e do amor. Revisitada por inúmeros encenadores, mantém-se como um dos mitos contemporâneos mais marcantes.
O trio Sul, com Luís Figueiredo, Bernardo Couto e Bernardo Moreira, apresenta 'Sul Vol. 2', uma celebração da música instrumental portuguesa que cruza jazz e novas composições originais.
A ópera Carmen, de Georges Bizet, baseada na novela de Prosper Marimée, conta a história da cigana que morre em nome da liberdade e do amor. Revisitada por inúmeros encenadores, mantém-se como um dos mitos contemporâneos mais marcantes.
O híbrido sueco-dinamarquês BITOI, construído em torno do baixo e de três vozes femininas, traz ao Festa do Jazz 2026 o seu som maximalista feito a partir de cantos de pássaros transcritos, sobrepondo harmonias próximas e dissonâncias a linhas de baixo profundas e pulsantes.
Para assinalar o centenário do nascimento de John Coltrane, a Flat Earth Society Orchestra apresenta «The Coltrane Mutations», desconstruindo e reinventando os clássicos de Coltrane através da sua linguagem orquestral excêntrica e experimental, ao lado de novas composições contaminadas pelo «vírus Trane».
Liderado pelo guitarrista Vicente Oliveira, o sexteto apresenta o álbum «O que a terra deixou para trás», que reinterpreta melodias ancestrais da música tradicional portuguesa — de Trás-os-Montes ao Algarve — através de arranjos de jazz para sexteto.
O quinteto de Joana Raquel apresenta «Queda Áscua», um repertório com ecos da música erudita de câmara construído em torno do conceito de canção, em que a poesia dita a composição e a música vive do contraponto e do ritmo — dispensando o seu protagonista mais comum, a bateria.
A pianista e compositora nascida na Sibéria Julia Perminova lidera o seu trio formado em Amesterdão, com o baterista português Luís Possollo e o contrabaixista francês Matis Regnault, num jazz vibrante que atravessa a música clássica e a expressão contemporânea, marcado pela narrativa musical e pelo diálogo espontâneo.
O trio do trompetista Luís Vicente, com Gonçalo Almeida no contrabaixo e Pedro Melo Alves na bateria, expande-se para quinteto com o pianista Leo Genovese e o saxofonista norte-americano Tony Malaby — um encontro eletrizante entre a energia do free jazz lisboeta e o espírito da vanguarda nova-iorquina.
Marco Rodrigues presta homenagem a Carlos do Carmo num concerto que celebra o legado do fadista, com temas do álbum 'Canta Carlos do Carmo' e outros êxitos do seu percurso.
Concerto comentado por Susana Henriques .
Academia de Música de Lisboa
Entre Samurais e Violinos propõe um percurso musical inspirado na vida e no
pensamento de Shinichi Suzuki, figura maior da pedagogia musical do século XX.
Nascido numa linhagem de samurais e membro da família proprietária da maior
fábrica de instrumentos do mundo, o seu percurso foi marcado por uma descoberta
tardia do violino, pelo período em Berlim, pela amizade com Einstein e pela formulação
do princípio da «língua materna». Este concerto celebra um legado que alia disciplina,
escuta e afeto, revelando a música como linguagem de formação, partilha e
crescimento. Entre tradição e inovação, este concerto promove uma experiência
imersiva, capaz de transformar intérpretes e espetadores, de ambos os lados do palco.
Um concerto único que celebra o centenário de Miles Davis, com o teclista vencedor de um Grammy Jason Miles e um elenco internacional, incluindo Randy Brecker e os convidados especiais Rita Guerra e Rui Veloso, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
O conjunto Sete Lágrimas apresenta uma hexalogia dedicada ao Cancioneiro de Elvas, manuscrito português do século XVI, cantando as 65 canções profanas do códice e propondo nova música de Filipe Faria e Sérgio Peixoto para 36 poemas que se encontram sem música. Inclui conversa pré-concerto por Manuel Pedro Ferreira às 19h30 e interpretação em Língua Gestual Portuguesa.
Atividade para crianças dos 6 aos 12 anos, concebida por Daniella Figueiredo, que explora como a arquitetura cria o espaço entre paredes, chão e teto e transforma o vazio num lugar para habitar.
Alessandro Sciarroni apresenta Save the Last Dance for Me, um dueto íntimo interpretado por Gianmaria Borzillo e Giovanfrancesco Giannini em torno da Polka Chinata, dança de cortejo bolonhesa do início do século XX reconstruída a partir de imagens de arquivo e hoje à beira do desaparecimento.
A coreógrafa marroquina Bouchra Ouizguen cria com a companhia madeirense Dançando com a Diferença Este Mundo, uma colagem de fantasias, gestos e acasos construída a partir da singularidade de cinco intérpretes, onde fado, sinos e ritmos de Bollywood se cruzam sem que ninguém tenha de se parecer com ninguém.
Alan Stivell celebra 60 anos de carreira no MISTY FEST com uma formação totalmente renovada de 10 músicos, revisitando temas emblemáticos e excertos da sua Sinfonia Celta n.º 2. Bilhetes de 30€ a 70€.
Atividade performativa para crianças entre os 2 e os 5 anos, onde a cozinha de autor se cruza com a imaginação infantil. A partir das obras de arte do museu, os pequenos ajudantes vão cozinhar receitas que levam consigo a história das obras encontradas.
Barbara Hendricks regressa a Portugal com 'Still On the Road to Freedom', um espetáculo que cruza canções e paisagens sonoras com um forte sentido expressivo, explorando o legado do jazz e do blues.
Uma das figuras mais singulares da nova eletrónica europeia, Christian Löffler apresenta pela primeira vez em Portugal o repertório do seu mais recente trabalho, 'Until We Meet Again', em formato ensemble, acompanhado em palco por Adna, Johanna Burnheart, Midori Jaeger e Alex Maydew.
Um dos guitarristas mais influentes da história do jazz e da música contemporânea, Al Di Meola regressa a Portugal para um concerto muito especial no Misty Fest, entre composições icónicas e novas interpretações.
A voz profundamente expressiva de Nancy Vieira, referência maior da música cabo-verdiana, cruza-se com o universo contemplativo e cinematográfico do pianista e compositor neoclássico Francisco Sassetti numa das propostas mais singulares desta edição do Misty Fest.
Espetáculo do Teatro Praga que reflete sobre a água, primeiro elemento de um ciclo dedicado aos cinco elementos, com criação de André e. Teodósio e José Maria Vieira Mendes.
Maria João, figura maior do jazz português, apresenta no Misty Fest o novo espetáculo O Coração é Um Músculo, criado em parceria com o produtor e multi-instrumentista João Farinha.
O guitarrista norte-americano Al Di Meola, um dos mais influentes da história do jazz, regressa a Portugal para um concerto especial no âmbito do Misty Fest, entre composições icónicas e novas interpretações.
A australiana Eliana Glass apresenta no Misty Fest o repertório do seu álbum de estreia E (2025), canções intimistas entre piano, voz e minimalismo poético.
No dia 29 de novembro, o Misty Fest leva o Contemporary Jazz Nights ao CCB: um concerto triplo com Laura Misch, Anne Paceo e Mammal Hands, e um bilhete dá entrada nos três concertos.
Youn Sun Nah, uma das grandes vozes do jazz contemporâneo, atua no Misty Fest com o pianista franco-sérvio Bojan Z num espetáculo íntimo e vibrante que nasceu do álbum Elles e integra agora também canções originais da própria cantora.
O Black Heritage Gospel Choir apresenta em Portugal 'The Soul of Gospel', um concerto que percorre a história do gospel desde as suas raízes até às expressões contemporâneas.
A Orquestra de Câmara Portuguesa regressa ao universo barroco com a violinista Amandine Beyer, num programa dedicado a Vivaldi e a contemporâneos como Gallo, Heinichen, Dall'Abaco, Hasse e Locatelli. Há conversa pré-concerto por Alexandre Delgado às 19h30.
A lendária Glenn Miller Orchestra regressa a Portugal para um espetáculo especial de Natal, dirigida por Ray McVay, com grandes êxitos como Moonlight Serenade e In The Mood, juntamente com clássicos natalícios. Uma magnífica orquestra de 21 músicos e cantores recria a magia dos anos trinta com um estalar de dedos.
Uma viagem pelo espírito do cabaret e da canção cénica do século XX, entrelaçando ironia, lirismo e uma relação direta com o público. Do humor musical refinado de Erik Satie e Lord Berners ao cabaret expressionista de Arnold Schoenberg, o concerto alterna peças históricas com obras contemporâneas de Sérgio Azevedo.
Nova criação de Vera Mantero para a Companhia Maior, a partir de um texto de Joana Bértholo, que explora a idade e as realidades pessoais, sociais e culturais.
A Missa em si menor, BWV 232, de J. S. Bach, é uma das obras mais grandiosas do compositor, concluída entre 1749 e 1750. O concerto de Natal convida a entrar no mundo bachiano através da riqueza das texturas corais e da mestria formal.
Concerto de Ano Novo da Orquestra Metropolitana de Lisboa, com direção musical de Pablo Urbina, num programa de valsas, polcas e aberturas de Strauss e outros compositores. Uma conversa pré-concerto precede cada sessão.
A singular Sinfonia Doméstica, Op. 53, de Richard Strauss, uma obra programática centrada na vida familiar, interpretada com o seu característico domínio orquestral.
Ciclo de conferências de António de Castro Caeiro dedicado ao tema do outro, com sessões mensais às terças-feiras às 19h00, de janeiro a junho de 2027, na Sala Sophia de Mello Breyner Andresen. As sessões percorrem questões como a proximidade e a distância, os inimigos, o ódio e o ressentimento, e a indiferença activa.
Ciclo de sete sessões dedicado à renovação da música popular portuguesa entre 1958 e 1979, por David Ferreira, com sessões dedicadas a José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Luís Cília, José Mário Branco, Sérgio Godinho, Fausto e Vitorino.
Concerto de homenagem a Rodrigo, que celebra os 85 anos do fadista com a participação de vários nomes destacados do Fado e a interpretação de temas emblemáticos do seu repertório. Uma noite única no âmbito do ciclo Há Fado no Cais, em coprodução com o Museu do Fado.
Espetáculo de Sara Barros Leitão a partir de 'Montanha e Utopia' de Gonçalo M. Tavares, que reflete sobre a Constituição e a utopia, com excertos da Constituição da República Portuguesa.
A tradição anual regressa, unindo a Orquestra de Câmara Portuguesa e a Jovem Orquestra Portuguesa numa viagem épica das trevas à luz, sob a direção de Pedro Carneiro. O programa inclui a estreia absoluta de uma obra de Marco Pereira, uma ária de Beethoven com o tenor Luís Gomes e a monumental Sinfonia n.º 5 de Mahler.
Instalação/performance de Carincur e João Pedro Fonseca (ZABRA), a partir de Siddhartha de Hermann Hesse, que segue uma figura contemporânea de Siddhartha numa experiência sensorial e interativa entre o excesso digital e a escuta, perguntando se ainda é possível encontrar presença num tempo que nunca desliga.
Tiago Nacarato assinala os seus 10 de carreira com um espetáculo de consagração que coloca o foco no seu espólio musical. Este regresso aos palcos propõe uma viagem pelas canções mais emblemáticas que definem o seu percurso, cruzando os clássicos que o público já conhece com a apresentação do seu terceiro e mais recente álbum de originais.
Lisaboa Houbrechts adapta o romance Siddhartha de Hermann Hesse numa polifonia cénica que cruza teatro, canto erudito, improvisação pop, canções sufis e dança indiana, com música de Caroline Shaw interpretada por um coro de 24 elementos e Meskerem Mees no papel principal.
Uma série de quatro sessões comemorando o duplo centenário da morte de Beethoven, apresentada pelo musicólogo Paulo Ferreira de Castro. Cada sessão oferece uma perspetiva diferente sobre a vida, obra e significado histórico do compositor, abundantemente ilustrada com materiais audiovisuais.
Concerto com o Ludovice Ensemble e a soprano Ana Vieira Leite, que interpretam árias e suites de Les Indes Galantes de Rameau, numa celebração do Barroco francês.
A Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Henrique Constância, apresenta um programa de Carnaval dedicado ao lado mais lúdico de Beethoven, com obras de Walter Murphy e Louis Andriessen, incluindo a famosa paródia das nove sinfonias.
Damien Jalet e Kohei Nawa unem-se para Mirage, uma peça de dança que explora a natureza em metamorfose, com música de Thomas Bangalter e interpretação do Ballet du Grand Théâtre de Genève.
O saxofonista Desidério Lázaro apresenta Inner Journey, o seu 12.º álbum de originais, uma homenagem a Sidarta de Hermann Hesse, num concerto que cruza literatura e improvisação jazzística.
Espectáculo de dança que junta 'House', de Sharon Eyal, e 'Sagração da Primavera', de Mats Ek, interpretado pelo Ballet de l'Opéra de Lyon. Uma celebração da dança contemporânea com música de Ori Lichtik e a coreografia icónica de Stravinski.
Um espetáculo para a infância e para todas as idades, criado por Cátia Pinheiro e José Nunes com texto de Capicua, que parte do romance de Tolstoi para refletir sobre os conflitos que atravessam o nosso mundo.
A Sinfonia n.º 6 «Trágica» de Mahler é uma obra monumental em quatro andamentos, composta entre 1903 e 1904, que explora emoções sombrias e dilacerantes, especialmente no último andamento.
Um espetáculo multilingue que reinterpreta Purcell ao vivo para revisitar a história de Aníbal e das Guerras Púnicas, explorando o medo, o poder e a migração na Europa.
António Vasco Morais apresenta Sombra, o disco que encerra a trilogia dedicada ao fado tradicional iniciada com Saudade e Silêncio, em homenagem a Tereza Tarouca. O álbum conta com participações especiais de Helder Moutinho, Teresa Lopes Alves, Mónica Azinhais de Melo e Carmo Beirão da Veiga.
Salvador Sobral apresenta ao vivo o seu novo álbum 'A Flor do Recomeço', com canções originais de autores brasileiros, num concerto intimista e sofisticado.
Divino Sospiro e a mezzo-soprano Ann Hallenberg interpretam cantatas de Bach, Scarlatti e Stradella, num concerto que cruza a piedade luterana com o emocionalismo mediterrânico.
O pianista e compositor apresenta o seu novo álbum 'País Distante', gravado com Julian Argüelles, Rodrigo Correia e José Salgueiro, numa síntese do seu vasto universo musical.
A Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Enrico Onofri, interpreta o Concerto para Violino e a Sinfonia nº 3 «Heróica» de Beethoven, com Sergej Krylov como solista.
L’Arpeggiata e Christina Pluhar celebram a força criativa e o legado de compositoras do século XVII, como Barbara Strozzi e Francesca Caccini, num programa com obras marcantes e narrativas trágicas e cómicas.
Numa redação de jornalismo independente, o regresso de Carolina confronta o grupo com dilemas morais, liberdade de imprensa e um trauma recente; a peça de Tiago Correia tem interpretação em Língua Gestual Portuguesa a 14 de março, às 17h.
Nesta oficina para crianças dos 6 aos 10 anos, os participantes entram numa redação clandestina para reconstruir notícias, imprimir jornais e panfletos e criar um programa de rádio pirata, descobrindo a resistência à censura do Estado Novo.
Stacey Kent apresenta o álbum «A Time for Love» num concerto intimista, acompanhada por Jim Tomlinson no saxofone tenor e Art Hirahara no piano, com temas como «Lucky to Be Me» e «La Javanaise».
Bruno Pernadas apresenta a sua Carta Branca no CCB, num concerto que funde novas composições, vídeo, eletrónica e instrumentação acústica numa única narrativa sonora e visual, com referências a Robert Ashley, David Byrne e Laurie Anderson. A noite inclui ainda uma homenagem a José Mário Branco, e a sessão de 20 de março conta com interpretação em Língua Gestual Portuguesa.
O João Roiz Ensemble e Alexandre Delgado encerram a Peregrinação Beethoven no CCB com sido Andamento de into the future no. 3 e a Grande Fuga Op. 133, num concerto comentado que assinala os 200 anos da morte de Beethoven.
Concerto de Páscoa com a execução da monumental Messa da Requiem de Giuseppe Verdi, uma obra de envergadura operática que desafia os constrangimentos do género.
Os Cara de Espelho levam ao Grande Auditório do CCB, em Lisboa, uma noite de canções que observam comportamentos, desmontam discursos e reconhecem contradições.
Concerto de música sacra com o Requiem de Tomás Luis de Victoria e a Missa pro defunctis de Duarte Lobo, interpretados pela La Grande Chapelle sob direção de Albert Recasens. Inclui conversa pré-concerto às 19h30.
Concerto comentado que recria a história da composição das Quatro Estações de Vivaldi, inspirada por pinturas de Arcimboldo, com libreto e música de Jorge Salgueiro, interpretado pela Associação Setúbal Voz.
Concerto do The Philip Glass Ensemble que interpreta obras emblemáticas do compositor, incluindo 'Glassworks' e excertos de óperas como 'Satyagraha' e 'Einstein on the Beach', sob direção de Michael Riesman.
Espetáculo multidisciplinar baseado no livro homónimo de Ondjaki, que transforma memórias de infância em matéria cénica, com narração do autor e interpretação de António Jorge Gonçalves e Paula Delecave.
O programa Encontro com a Ópera convida escolas, famílias e instituições a assistir a ensaios abertos, procurando alargar o acesso à ópera e promover a formação e diversificação de públicos.
Ópera de Verdi sobre um rei apaixonado pela mulher do seu melhor amigo, uma conspiração política e um baile de máscaras onde convergem todos os fios da trama; esta nova produção do São Carlos acrescenta outro capítulo à longa relação de Lisboa com a obra.
O fadista e artista plástico lisboeta Zé Maria apresenta o seu mais recente álbum de originais, «Ama e Faz o que Quiseres», no âmbito do ciclo «Há Fado no Cais», acompanhado por Bernardo Couto à guitarra portuguesa, João Filipe à viola de fado e Francisco Gaspar à viola-baixo.
Ópera de Verdi sobre um rei apaixonado pela mulher do seu melhor amigo, uma conspiração política e um baile de máscaras onde convergem todos os fios da trama; esta nova produção do São Carlos acrescenta outro capítulo à longa relação de Lisboa com a obra.
Ópera de Verdi sobre um rei apaixonado pela mulher do seu melhor amigo, uma conspiração política e um baile de máscaras onde convergem todos os fios da trama; esta nova produção do São Carlos acrescenta outro capítulo à longa relação de Lisboa com a obra.
Os 13 artistas do Groupe Acrobatique de Tanger conduzem-nos numa vertiginosa viagem entre o circo, a dança e o sonho, interrogando a identidade e a capacidade humana de se reinventar através de uma linguagem contemporânea enraizada na cultura marroquina.
Um concerto que cruza a música de Henry Purcell com composições de Caroline Shaw, Laura Marconi e Meredi, num programa que explora a natureza e as emoções humanas.
PANTUÃ é um quinteto de vozes e percussão que se move entre o hipnotismo e o êxtase, reclamando a ideia antiga de música como celebração, com composições que questionam o tempo, a tonalidade e o uso comum da palavra.
Um espetáculo-instalação para crianças dos 3 aos 7 anos que investiga o que existe entre pedir permissão e anunciar a ação, onde três corpos humanos em dança, música e sons se encontram com o público e transformam o espetáculo numa passagem partilhada.
Speak Low é um espetáculo que cruza teatro, cinema e música ao vivo, explorando a vida e obra de Kurt Weill, com Catarina Wallenstein e a Orquestra Sem Fronteiras.
Em 1802, Beethoven escreve o Testamento de Heiligenstadt. O primeiro Quarteto Razumovsky, Op.59 nº1, composto após este período, reflete essa tensão transmitindo esperança. O Quarteto Alma Nova, formado por Alexis Hatch, Vicente Sobral, Irma Skenderi e Irene Lima, interpreta esta obra com comentários de Pedro Wallenstein.
Concerto dedicado à Sinfonia n.º 10 de Dmitri Chostakovitch, obra composta após a morte de Estaline, que reflete a tensão histórica e a riqueza interior do compositor, explorando temas como o DSCH.
Ute Lemper revisita algumas das obras mais emblemáticas do seu repertório num espetáculo íntimo que percorre as grandes produções de teatro musical, a música de Kurt Weill, a chanson francesa, o tango argentino e as suas próprias composições. Um retrato musical de uma artista que fez do cruzamento entre culturas, línguas e tradições a sua marca.
A Orquestra XXI e o Coro Lisboa Cantat apresentam a Sinfonia n.º 9 de Beethoven, com conversa pré-concerto e audiodescrição, e a estreia nacional de 'Ambra' de Kristine Tjøgersen.