As montanhas azuis estão sempre a caminhar
Outro
Sábado, 26 de setembro · 19:30
Um espetáculo inspirado em 'A Montanha Viva' de Nan Shepherd, explorando os elementos ocultos da montanha e a nossa relação imaginativa com o selvagem, onde a montanha não é um topo que se deve subir, mas um lugar onde se entra. Este espetáculo abre uma fenda e coisas acontecem.
Em plena Segunda Guerra Mundial, Nan Shepherd escreve A Montanha Viva , descrevendo as suas viagens pelas Cairngorms numa meditação sobre o consolo e a força das regiões indomadas, focando-se nos elementos ocultos da montanha e na nossa relação imaginativa com o mundo selvagem. Em 1940, a publicação do manuscrito é recusada e ficaria guardado numa gaveta durante mais de três décadas. Este espetáculo parte dessa Montanha Viva e da ideia de Shepherd de que a montanha não é um topo que se deve subir, mas um lugar onde se entra. Uma fenda que se abre. Coisas acontecem, algumas, neste espectáculo. Teaser da performance.