Era Uma Vez na América
Outro
Sexta-feira, 25 de setembro · até 30 05
A partir da Coleção Julião Sarmento, a exposição reflete sobre a influência duradoura do imaginário norte-americano na arte contemporânea internacional, com obras de Bruce Nauman, Ed Ruscha, Nan Goldin ou Richard Serra. No centro da mostra está Arena, de Rita McBride, uma escultura arquitetónica de grande escala pensada como espaço de encontro e debate.
A partir da Coleção Julião Sarmento, Era Uma Vez na América propõe uma reflexão sobre a influência duradoura do imaginário norte-americano na arte contemporânea internacional. Reunindo obras de artistas de diferentes nacionalidades, a exposição explora o impacto cultural e visual de referências associadas aos Estados Unidos , do cinema ao espaço urbano, do minimalismo ao realismo , e a forma como estas marcaram o percurso de Julião Sarmento enquanto artista e colecionador. O título remete para o célebre filme de Sergio Leone, mas também para uma ideia de narrativa e construção de mito, coincidindo com as comemorações dos 250 anos da Declaração de Independência dos EUA. No centro da mostra encontra-se Arena (1997, 2026), de Rita McBride, uma escultura arquitetónica de grande escala concebida como espaço de encontro, participação e debate, reforçando a dimensão coletiva e democrática do projeto. Com obras de nomes incontornáveis como Bruce Nauman, Ed Ruscha, Nan Goldin, Richard Serra, Robert Morris ou John Baldessari, a exposição traça um percurso pelas múltiplas formas de representação e interpretação da cultura americana na criação artística das últimas décadas. Em simultâneo, o Pavilhão apresenta Conversa de Corvos , primeira exposição individual em Portugal da artista iraniano-americana Fariba Hajamadi, cuja obra cruza fotografia e instalação para questionar memória, identidade e narrativas históricas dominantes. ARV. Terça a domingo, das 11h às 19h. Visitas guiadas: 25 julho, às 11h (com LGP) e 29 agosto, às 11h. coletiva escultura.