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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Terça 24 11 Terça-feira, 24 de novembro

  1. quinta 19 9
  2. sexta 20 11
  3. sábado 21 31
  4. domingo 22 10
  5. segunda 23 3
  6. terça 24 4
  7. quarta 25 7
  8. quinta 26 7
  9. sexta 27 10

A decorrer: 261 exposições, ciclos e atrações ↓

Manhã 1 evento
IKEBANA NAGEIRE

11:00 Museu do Oriente. Lisboa

35€ Todas as idades Para toda a família Outro

Oficina de Ikebana Nageire com Yuko Kase, onde os participantes aprendem a criar arranjos florais japoneses numa jarra, explorando a harmonia de linhas, ritmo e cor. A atividade é acessível a praticantes de todas as idades.

Noite 3 eventos
SBP4

20:00 República da Música Alvalade Lisboa

Música ao vivo

A 24 de novembro, os SBP4 trazem a Lisboa o novo álbum — prometido como o mais dançável da história da banda — num espetáculo que celebra o 20.º aniversário. Esperem êxitos intemporais, material novo, saltos até ao teto e caos total no palco, no melhor sentido da palavra.

Ablaye Cissoko & Cyrille Brotto

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

20€ 6+ Música ao vivo

Ablaye Cissoko na kora e Cyrille Brotto no acordeão diatónico cruzam a ancestralidade dos griots senegaleses com a música popular num diálogo íntimo e contemplativo. Mais do que um concerto, é um encontro entre culturas, timbres e silêncios, sem necessidade de palavras.

COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

Peça de teatro 'COCK' que explora relações e identidade sexual.

Exposições, ciclos e atrações 261 eventos

DEAD POET SOCIETY

Música ao vivo

Quinta-feira, 21 de janeiro · 21:00

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Lisboa ao Vivo Campo Pequeno · Lisboa

Os DEAD POET SOCIETY regressam a Lisboa a 21 de janeiro de 2027, no LAV-Lisboa ao Vivo, apresentando o seu rock alternativo com influências do garage ao progressivo. A banda norte-americana, com dois álbuns editados, promete um concerto intenso e dinâmico.

Detalhes completos

Os DEAD POET SOCIETY regressam a Portugal no dia 21 de Janeiro de 2027, com concerto marcado no LAV , Lisboa ao Vivo. A banda norte-americana, que lançou o segundo registo de longa-duração, intitulado «Fission», em Janeiro de 2024 pela Spinefarm Records, volta a Lisboa num momento em que a sua presença na Europa se tem vindo a consolidar de forma cada vez mais consistente , e já com uma relação estabelecida com o público português. Formados em Boston em 2013, os DEAD POET SOCIETY , Jack Underkofler na voz e guitarra, Jack Collins na guitarra, Dylan Brenner no baixo e Will Goodroad na bateria , percorreram um caminho que contraria a lógica habitual de ascensão no rock alternativo. Antes de conquistarem qualquer atenção significativa no mercado norte-americano, foi o público mexicano o primeiro a adotá-los, após a descoberta da banda através de um blogue. Seguiram-se sete digressões no México, algumas delas como cabeças de cartaz, a tocar em salas pequenas para uma base de fãs construída concerto a concerto e sem qualquer apoio por parte das rádios ou cobertura mediática expressiva. O reconhecimento nos Estados Unidos chegou anos mais tarde, quando atuaram como banda de suporte a Andrés e, depois, com os Badflower em 2019. Foram precisamente esses anos intensos de estrada que moldaram aquilo que são hoje ao vivo: um grupo com o pragmatismo físico de quem aprendeu o seu ofício em palcos pequenos e em salas difíceis. Como resultado, os DEAD POET SOCIETY transformaram-se paulatinamente num nome a ter em conta por quem aprecia o rock mais “fora da caixa” e «Fission», aquele que é ainda o seu álbum mais recente, fez com que, pela primeira vez, a crítica musical começasse a tratá-los como algo mais do que uma proposta interessante com referências óbvias. Ocupando um espaço próprio dentro do rock alternativo, a música do quarteto cruza influências que vão do garage ao progressivo. No centro dessa identidade própria está a guitarra ‘fretless’ de Jack Collins, complementada pela voz versátil de Underkofler, capaz de alternar entre momentos de contenção e passagens de maior intensidade sem nunca perder consistência. O site AllMusic descreve o som da banda como “dark alternative hard rock”, mas com uma dimensão progressiva , uma definição que ajuda a enquadrar bastante a proposta do quarteto, embora não traduza por completo a energia e a dinâmica que os músicos revelam em palco. Na bagagem, os DEAD POET SOCIETY contam com dois álbuns de estúdio editados pela Spinefarm Records, a estreia «-!-», de 2021, e o sucessor «Fission», de 2024, além de vários singles que lhes permitiram conquistar espaço nas tabelas de rock norte-americanas. Entre eles, destaca-se o êxito «Running In Circles», que alcançou o 24.º lugar da tabela ‘Mainstream Rock Songs’ da Billboard e se afirmou como indicador de um crescimento sustentado e de uma visibilidade cada vez mais sólida, ajudando também a explicar a crescente afirmação da banda nos palcos europeus ao longo dos últimos anos. Agora, com um novo álbum no horizonte, antecipado pelo lançamento recente dos singles «Sinner Systems» e «Roach», o regresso dos DEAD POET SOCIETY a Lisboa enquadra-se numa trajetória europeia que os músicos têm vindo a aprofundar de forma ainda mais evidente desde a edição de «Fission». A passagem anterior por cá deixou marcas suficientes para justificar este novo encontro , e para que esta data não precise de ser vendida apenas com base num disco, mas também com o peso de quem já sabe o que a banda faz num palco.

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