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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Segunda 16 11 Segunda-feira, 16 de novembro

  1. sexta 13 9
  2. sábado 14 31
  3. domingo 15 9
  4. segunda 16 2
  5. terça 17 5
  6. quarta 18 4
  7. quinta 19 9
  8. sexta 20 11
  9. sábado 21 31

A decorrer: 272 exposições, ciclos e atrações ↓

Selma Uamusse | Como um dia de Domingo

19:00 Teatro Variedades Lisboa

10€ Teatro

Depois do sucesso na época estival na Mãe Jerico, na aldeia de Cardosas, Selma Uamusse apresenta a rubrica "Como um dia de Domingo" em soirée na capital: um ato único de improviso em que a artista escolhe a sua linguagem — teatro, dança, palavra ou música — e o público também é personagem.

COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

A peça 'COCK' é apresentada.

Exposições, ciclos e atrações 272 eventos

Encontros na Academia

Música ao vivo

Terça-feira, 13 de abril · 19:00

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Teatro Nacional de São Carlos Chiado · Lisboa

Um programa de câmara dedicado às cordas graves — viola, violoncelo e contrabaixo — que reúne a Ciaccona de Bach na transcrição de Ichiro Nodaira, o Divertimento de Albrechtsberger, o Adagio da Sinfonia n.º 8 do jovem Mendelssohn e o Concerto de Brandemburgo n.º 6, o único dos seis sem violinos.

Detalhes completos

Quando os violinos se silenciam, as cordas graves assumem a palavra: é este o fio que atravessa o programa, reunindo obras de três séculos em torno da viola, do violoncelo e do contrabaixo. A Ciaccona da Partita n.º 2 , BWV 1004, escrita por Bach em 1720 para violino solo e aqui apresentada na transcrição de Ichiro Nodaira, desloca o original de Ré menor para Sol menor, transferindo para a viola um ciclo de variações sobre baixo ostinato que figura entre as construções contrapontísticas mais densas do período barroco. Segue-se o Divertimento em ré maior de Johann Georg Albrechtsberger, teórico do contraponto no final do século XVIII, mais tarde professor de Beethoven, escrito para duas violas e contrabaixo, uma formação invulgar que retira a viola do papel subalterno de preenchimento harmónico e lhe confia o protagonismo melódico. Do jovem Mendelssohn, o Adagio da Sinfonia n.º 8 , composta aos treze anos sob a orientação de Carl Friedrich Zelter, que o iniciou no legado barroco: a página, escrita para cordas divididas, habita o registo grave num tecido sombrio que se vai tornando cantável. Fecha o programa o Concerto de Brandemburgo n.º 6 , único dos seis concertos sem violinos, em que as duas violas concertantes se. destacam como protagonistas, com o baixo contínuo a assegurar o fundamento harmónico. Quatro obras, uma mesma escuta: quem normalmente acompanha toma agora as rédeas da interpretação.

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