Instalar a app

Tem o WhatsUp Lisbon à mão no ecrã principal ou no ambiente de trabalho. Sem loja de aplicações.

  1. No Chrome ou Edge, procura o ícone de instalação na barra de endereços ou «Instalar WhatsUp Lisbon» no menu.
  2. Num Mac com Safari, escolhe Ficheiro → Adicionar à Dock. No Android, procura «Instalar aplicação» ou «Adicionar ao ecrã principal» no menu.

Se não houver opção de instalação, guarda um marcador ou abre a página no Chrome, Edge ou Safari. Já está instalada? Abre-a nas tuas aplicações.

A agenda atualizada precisa de ligação. Sem ligação, apenas o conteúdo já guardado neste dispositivo poderá estar disponível.

Encontra o teu próximo plano.

Lisboa, Sintra e Cascais
Escolher datas

setembro de 2026

Toca num dia e depois noutro mais à frente para um intervalo.

Quinta 12 11 Quinta-feira, 12 de novembro

  1. segunda 9 9
  2. terça 10 7
  3. quarta 11 7
  4. quinta 12 4
  5. sexta 13 9
  6. sábado 14 31
  7. domingo 15 9
  8. segunda 16 2
  9. terça 17 5

A decorrer: 280 exposições, ciclos e atrações ↓

A importância das humanidades hoje

18:00 Fundação Calouste Gulbenkian Avenidas Novas Lisboa

Outro

O historiador e medievalista David Nirenberg participa numa conversa pública sobre o papel das humanidades na sociedade contemporânea.

100 MILES - CENTENNIAL CELEBRATION OF MILES DAVIS

20:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ Música ao vivo

Um concerto único que celebra o centenário de Miles Davis, com o teclista vencedor de um Grammy Jason Miles e um elenco internacional, incluindo Randy Brecker e os convidados especiais Rita Guerra e Rui Veloso, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Exposições, ciclos e atrações 280 eventos

Mondo Negro x ZDB: Powerplant

Música ao vivo 14€

Segunda-feira, 9 de novembro · 21:00

Adicionar ao Google Calendar
Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A ZDB e a Mondo Negro apresentam Powerplant, banda londrina que transforma tropes de black metal, garage punk, post-punk gótico e dungeon synth em canções memoráveis.

Detalhes completos

Passadas já mais de três décadas desde o homicídio de Euronymous às mãos de Varg Vikernes, a fúria de gelo escandinavo e bruma hermética que se abate sobre o Black Metal, nutrida a instintos misantrópicos, para não dizer homicidas/suicidas, tem-se desvanecido do purismo trve kvlt da horda niilista e edgelord para assumir de forma cada vez mais evidente a teatralidade campy do corpsepaint. Da meme-ificação dos Immortal, passando pela sleaziness de Carpathian Forest, ao lore Senhor dos Anéis de Summoning, a figura de Mortiis e seu papel pivotal na Dungeon Synth até à sátira anti-NSBM de Old Nick, traça-se todo um imaginário progressivamente mais auto-consciente dessa fantasia que se consuma na música de Powerplant. Delírio nascido em Londres da mente do ucraniano Theo Zhykharyev que foi amealhando culto virtual ao longo dos anos e é hoje uma banda de pleno de direito. Recolhendo inspiração no Garage Punk dos Misfits, na facção gótica do post-punk, nas atmosferas húmidas da Dungeon Synth e, claro está, no Black Metal, Powerplant encarnam com uma boa onda e sem sobranceira as tropes de género, exultando no seu último álbum , Bridge of Sacrifice , as suas valências em malhas absolutamente memoráveis no corropio caleidoscópico. Entre os berros ríspidos do Black Metal e uma voz limpa que tanto lembra (estranhamente) Layne Staley como se entrega a exageros indie e/ou góticos, Powerplant conseguem a proeza de tornar toda esta aparente confusão de tremolo picking, riffs roqueiros, batidas marciais, sintetizadores épicos e passagens acústicas num processo natural com vista à canção. Tudo feito de forma tão honesta quanto consciente de si mesma. BS.

Abre zedosbois.org num separador novo