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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Quinta 5 11 Quinta-feira, 5 de novembro

  1. segunda 2 5
  2. terça 3 3
  3. quarta 4 5
  4. quinta 5 5
  5. sexta 6 11
  6. sábado 7 20
  7. domingo 8 7
  8. segunda 9 9
  9. terça 10 7

A decorrer: 270 exposições, ciclos e atrações ↓

EROS PRADO - O PAGODE DA OFENSA

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

20€ 6+ Teatro

Espetáculo de comédia ao vivo de Eros Prado, baseado no sucesso viral do Pagode da Ofensa, com humor, improviso e interação com o público. Recomendado para maiores de 6 anos.

MAX COOPER

21:00 Lisboa ao Vivo Campo Pequeno Lisboa

20€ Música ao vivo

Max Cooper apresenta Feeling Is Structure no LAV – Lisboa Ao Vivo, a 5 de novembro, num concerto imersivo que funde arte visual e som computacional. Clientes Revolut têm 7% de desconto no bilhete geral ao pagar com Revolut Pay.

Mike Viola

21:00 BOTA Lisboa

15€ Música ao vivo

Concerto de Mike Viola.

Exposições, ciclos e atrações 270 eventos

Mondo Negro x ZDB: Poison Ruïn

Música ao vivo 15€

Quarta-feira, 4 de novembro · 21:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

Antes da vinda de Powerplant, a ZDB e a Mondo Negro apresentam Poison Ruïn, num concerto que cruza black metal, punk, deathrock e dungeon synth com uma energia directa e memorável.

Detalhes completos

Em parceria com a Mondo Negro, e antes da vinda de Powerplant, a ZDB trilha caminhos adjacentes ao metal/punk com a aparição bem oportuna de Poison Ruïn. Sem quaisquer vokills ou tremolo picking que se oiçam, paira sobre a música do quarteto originário da Pennsylvania uma aura black metal que tanto se deixa assombrar pelo espectro de Venom como reconhece o balanço D-beat que acertou passou a Darkthrone a partir de The Cult Is Alive. Tangencialmente, há também uma obsessão lírica com tempos medievais, numa investida original de crítica social fantasiosa que justapõe o feudalismo da Idade das Trevas às agruras laborais de hoje, mas na sua capacidade aglutinadora de públicos, pode-se chamar, com tudo o que isso implica, de uma banda de Punk. Directa, memorável mas a carregar todo um manancial de ideias que tanto os aproxima do Deathrock, como aceita atmosferas transplantadas da Dungeon Synth, riffagem bem roqueira, temas atmosféricos para guitarras planantes e voz distante, guinadas post-punk e uma voz a reclamar os coros a plenos pulmões do Oi! e o asco cantarolável do punk em 77. Tudo num equilíbrio notável, a sujeira das guitarras num ponto exacto de fusão com a clareza das canções, a aproveitarem da melhor forma o impulso de uma editora tão imponente como a Relapse para maximizar o nervo, hipnose e acutilância do seu som. BS.

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