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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Segunda 26 10 Segunda-feira, 26 de outubro

  1. sexta 23 20
  2. sábado 24 37
  3. domingo 25 16
  4. segunda 26 6
  5. terça 27 5
  6. quarta 28 8
  7. quinta 29 12
  8. sexta 30 15
  9. sábado 31 30

Também neste dia, mais abaixo: 279 exposições, ciclos e atrações ↓

Nesse dia, sem hora publicada 1 evento
Manhã 1 evento
Noite 3 eventos
COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

Peça de teatro 'COCK'.

Exposições, ciclos e atrações 279 eventos

Mondo Negro x ZDB: Poison Ruïn

Música ao vivo 15€

Quarta-feira, 4 de novembro · 21:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

Antes da vinda de Powerplant, a ZDB e a Mondo Negro apresentam Poison Ruïn, num concerto que cruza black metal, punk, deathrock e dungeon synth com uma energia directa e memorável.

Detalhes completos

Em parceria com a Mondo Negro, e antes da vinda de Powerplant, a ZDB trilha caminhos adjacentes ao metal/punk com a aparição bem oportuna de Poison Ruïn. Sem quaisquer vokills ou tremolo picking que se oiçam, paira sobre a música do quarteto originário da Pennsylvania uma aura black metal que tanto se deixa assombrar pelo espectro de Venom como reconhece o balanço D-beat que acertou passou a Darkthrone a partir de The Cult Is Alive. Tangencialmente, há também uma obsessão lírica com tempos medievais, numa investida original de crítica social fantasiosa que justapõe o feudalismo da Idade das Trevas às agruras laborais de hoje, mas na sua capacidade aglutinadora de públicos, pode-se chamar, com tudo o que isso implica, de uma banda de Punk. Directa, memorável mas a carregar todo um manancial de ideias que tanto os aproxima do Deathrock, como aceita atmosferas transplantadas da Dungeon Synth, riffagem bem roqueira, temas atmosféricos para guitarras planantes e voz distante, guinadas post-punk e uma voz a reclamar os coros a plenos pulmões do Oi! e o asco cantarolável do punk em 77. Tudo num equilíbrio notável, a sujeira das guitarras num ponto exacto de fusão com a clareza das canções, a aproveitarem da melhor forma o impulso de uma editora tão imponente como a Relapse para maximizar o nervo, hipnose e acutilância do seu som. BS.

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