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Lisboa, Sintra e Cascais
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outubro de 2026

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Terça 24 11 Terça-feira, 24 de novembro

  1. sábado 21 34
  2. domingo 22 12
  3. segunda 23 3
  4. terça 24 4
  5. quarta 25 8
  6. quinta 26 9
  7. sexta 27 13
  8. sábado 28 31
  9. domingo 29 11

A decorrer: 329 exposições, ciclos e atrações ↓

Manhã 1 evento
IKEBANA NAGEIRE

11:00 Museu do Oriente. Lisboa

35€ Todas as idades Para toda a família Outro

Oficina de Ikebana Nageire com Yuko Kase, onde os participantes aprendem a criar arranjos florais japoneses numa jarra, explorando a harmonia de linhas, ritmo e cor. A atividade é acessível a praticantes de todas as idades.

Noite 3 eventos
SBP4

20:00 República da Música Alvalade Lisboa

Música ao vivo

A 24 de novembro, os SBP4 trazem a Lisboa o novo álbum — prometido como o mais dançável da história da banda — num espetáculo que celebra o 20.º aniversário. Esperem êxitos intemporais, material novo, saltos até ao teto e caos total no palco, no melhor sentido da palavra.

Ablaye Cissoko & Cyrille Brotto

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

20€ 6+ Música ao vivo

Ablaye Cissoko na kora e Cyrille Brotto no acordeão diatónico cruzam a ancestralidade dos griots senegaleses com a música popular num diálogo íntimo e contemplativo. Mais do que um concerto, é um encontro entre culturas, timbres e silêncios, sem necessidade de palavras.

COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

Peça de teatro 'COCK' que explora relações e identidade sexual.

Exposições, ciclos e atrações 329 eventos

Claude Debussy: La mer

Música ao vivo M/06

Domingo, 15 de novembro · 17:00

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Centro Cultural Olga Cadaval Sintra

O concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Joseph Swensen, apresenta obras de Debussy, Ravel e Luís de Freitas Branco, explorando o modernismo francês e português num programa que inclui La mer, Prélude à l'après-midi d'un faune e a Pavane de Ravel.

Detalhes completos

E se, num único programa, se pudesse mapear a efervescência criativa do modernismo inicial, o seu galgar de limites, os seus diálogos interartísticos e a sua busca incansável por uma nova linguagem musical? A Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a batuta de Joseph Swensen, apresenta obras-chave do modernismo francês em torno de uma voz portuguesa moldada pelas mesmas correntes. A abrir o concerto, o Prélude à l’après-midi d’un faune (1894) de Debussy, um marco da história da música gerado a partir da poesia simbolista de Mallarmé. Ao dissolver as fronteiras entre ritmos, harmonia e cor orquestral, esta obra introduziu uma nova conceção de tempo musical, na qual a atmosfera suplanta o argumento e o tema sinuoso da flauta flutua à deriva, como a própria consciência. O Concerto para violino e orquestra (1916) de Luís de Freitas Branco, aqui interpretado por Carlos Damas (solista da estreia parisiense da obra), constitui um feito singular na música portuguesa. Baseando-se na exploração modal e de formas cíclicas mais próximas de César Franck do que do Impressionismo, revela um compositor a navegar entre a herança do passado e uma voz harmónica inequivocamente pessoal, décadas à frente do seu reconhecimento mais amplo. A Pavane pour une infante défunte (1899) de Ravel, uma meditação sobre uma dança de corte renascentista, traz quietude e luminosa contenção orquestral ao programa. A fechar o serão, o ambicioso La mer (1905) de Debussy: três esquissos sinfónicos nos quais o mar se converte em fonte inesgotável de cor, movimento e profundidade emocional; uma obra em infinita renovação, como as marés que evoca. Quatro obras, três compositores, mas uma convicção partilhada: a de que a música, quando livre de convenções, se torna algo próximo da própria natureza.

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