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Lisboa, Sintra e Cascais
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outubro de 2026

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Segunda 23 11 Segunda-feira, 23 de novembro

  1. sexta 20 17
  2. sábado 21 34
  3. domingo 22 12
  4. segunda 23 3
  5. terça 24 4
  6. quarta 25 8
  7. quinta 26 9
  8. sexta 27 13
  9. sábado 28 31

A decorrer: 329 exposições, ciclos e atrações ↓

Sem hora publicada 1 evento
Semana da Ciência e Tecnologia 2026

Pavilhão do Conhecimento Parque das Nações Lisboa

Outro

A Semana da Ciência e Tecnologia 2026 oferece uma programação diversificada de atividades científicas e tecnológicas em Lisboa.

Noite 2 eventos
Solistas da Orquestra Gulbenkian

20:00 Fundação Calouste Gulbenkian Avenidas Novas Lisboa

Música ao vivo

A Orquestra Gulbenkian é formada por instrumentistas de grande qualidade técnica e artística.

COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

Peça de teatro 'COCK' que explora relações e identidade sexual.

Exposições, ciclos e atrações 329 eventos

E SE A MÓNICA

Teatro 12,5€

Quarta-feira, 14 de outubro · até 1 11

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Espaço Escola de Mulheres Lisboa

Espetáculo que revisita a vida e o legado de Mónica Lapa, figura determinante da dança contemporânea portuguesa, entre o teatro e a dança, imaginando futuros interrompidos.

Detalhes completos

Breve Introdução Em 2026 faz 25 anos que Mónica Lapa morreu. Grande impulsionadora da dança contemporânea portuguesa, a Mónica foi também professora de sapateado, sócia fundadora da Associação Portuguesa Para a Dança e fundou com Albino Moura o festival Danças na Cidade que dirigiu, até à data da sua morte, ao lado de Mark Deputter. A Mónica era uma artista com uma visão promissora, que aliada à sua urgência pelo questionamento e inclusão pela arte, impressionou uma geração na dança em Portugal. Bailarina talentosa que integrou durante vários anos o percurso criativo de Clara Andermatt, com quem desenvolveu também o trabalho de produção. A Mónica começou a sua carreira na dança, como sapateadora, quando tinha 16 anos. Mais tarde, afirma-se na dança contemporânea, criando com Francisco Camacho o dueto Bimarginário , seguido do solo Despe-te e Nada . Depois de um longo intervalo, reiniciou a criação coreográfica, com a que seria a sua última peça Miss Liberty , que estreou em 1999. Como diretora do Danças na Cidade, depois de um primeiro contacto com a comunidade de dança caboverdiana em 1994, embarcou num projeto novo, Dançar o que é Nosso . Durante quatro anos, desenvolveu o projeto com o intuito de estimular o intercâmbio artístico e a colaboração entre organizações e artistas da Europa, África e Brasil. Este espetáculo é fruto de uma vontade que veio a germinar nos últimos anos na criadora Marta Lapa, sua irmã, refletindo sobre a importância e o impacto que Mónica teve na Dança Contemporânea Portuguesa a partir dos anos 90 do século passado. Fruto também da constatação de que há gerações de intérpretes e criadores de dança que não sabem quem foi Mónica Lapa e ou têm consciência do seu poder agregador, dinamizador e criador, sendo, no entanto, herdeiros do seu legado. Sinopse E se a Mónica não tivesse morrido? Entre o teatro e a dança, este espetáculo revisita a vida, a obra e o legado de Mónica Lapa, figura determinante da dança contemporânea portuguesa. A partir da sua biografia, das memórias de quem com ela se cruzou e das possibilidades abertas pela ficção, constrói-se um encontro entre a artista que existiu e aquela que poderia ter continuado a criar. Bailarina, coreógrafa, produtora e impulsionadora de projetos que aproximaram artistas, geografias e comunidades, Mónica fez da dança um espaço de questionamento, inclusão e transformação. Em cena, corpos, palavras e gestos convocam o seu percurso e imaginam futuros interrompidos: que obras teria criado, que causas teria abraçado, que caminhos teria aberto? Uma criação de Marta Lapa, sua irmã, que é simultaneamente um gesto íntimo de memória e uma interrogação coletiva sobre a permanência de um artista depois da morte. Procuramos não apenas recordar quem foi Mónica Lapa, mas reativar a sua energia agregadora, inquieta e visionária, devolvendo-a às novas gerações e ao presente da dança portuguesa. Ficha Artística texto original Miguel Castro Caldas | encenação e espaço cénico Marta Lapa | cocriação e interpretação Francisco Camacho e Mélanie Ferreira | música original Carlos Bica e Gonçalo Neto | figurinos Vitor Alves da Silva | fotografia Valério Romão | desenho de luz Paulo Santos | teaser e registo vídeo Eduardo Breda | direção de produção Ruy Malheiro | produção executiva e operação técnica Hugo Nicholson | estagiária de produção Maria Eduarda Carreira | assessoria de imprensa Showbuzz M12 81ª produção Escola de Mulheres com o apoio República Portuguesa | CULTURA, JUVENTUDE e DESPORTO; Direção Geral das Artes e Câmara Municipal de Lisboa produção apoiada pelo Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores Preços Entrada - 12,50€ Descontos >65 e DIA DO ESPECTADOR P. Espetáculo e Parceiros Residentes Arroios

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