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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Segunda 9 11 Segunda-feira, 9 de novembro

  1. sexta 6 11
  2. sábado 7 21
  3. domingo 8 7
  4. segunda 9 7
  5. terça 10 7
  6. quarta 11 7
  7. quinta 12 4
  8. sexta 13 9
  9. sábado 14 31

A decorrer: 273 exposições, ciclos e atrações ↓

COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

Uma peça de teatro provocadora que explora relações e identidade através de um diálogo afiado.

Mondo Negro x ZDB: Powerplant ⟡ Thee Seizures

21:00 Galeria Zé dos Bois Bairro Alto Lisboa

14€ Música ao vivo

O Mondo Negro e a ZDB juntam os Powerplant, o delírio black metal londrino de Theo Zhykharyev, aos Thee Seizures, num concerto que abraça com humor os tropos do género.

RODRIGO CUEVAS - LA BELLEZA | MISTY FEST

21:00 Capitólio Arroios Lisboa

25€ Música ao vivo

O artista asturiano Rodrigo Cuevas apresenta no Misty Fest o seu mais recente espetáculo, La Belleza, uma criação contemporânea que reinventa o folclore através da música e da performance, com base no repertório do álbum Manual de Belleza.

Exposições, ciclos e atrações 273 eventos

Encontros na Academia

Música ao vivo

Terça-feira, 13 de abril · 19:00

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Teatro Nacional de São Carlos Chiado · Lisboa

Um programa de câmara dedicado às cordas graves — viola, violoncelo e contrabaixo — que reúne a Ciaccona de Bach na transcrição de Ichiro Nodaira, o Divertimento de Albrechtsberger, o Adagio da Sinfonia n.º 8 do jovem Mendelssohn e o Concerto de Brandemburgo n.º 6, o único dos seis sem violinos.

Detalhes completos

Quando os violinos se silenciam, as cordas graves assumem a palavra: é este o fio que atravessa o programa, reunindo obras de três séculos em torno da viola, do violoncelo e do contrabaixo. A Ciaccona da Partita n.º 2 , BWV 1004, escrita por Bach em 1720 para violino solo e aqui apresentada na transcrição de Ichiro Nodaira, desloca o original de Ré menor para Sol menor, transferindo para a viola um ciclo de variações sobre baixo ostinato que figura entre as construções contrapontísticas mais densas do período barroco. Segue-se o Divertimento em ré maior de Johann Georg Albrechtsberger, teórico do contraponto no final do século XVIII, mais tarde professor de Beethoven, escrito para duas violas e contrabaixo, uma formação invulgar que retira a viola do papel subalterno de preenchimento harmónico e lhe confia o protagonismo melódico. Do jovem Mendelssohn, o Adagio da Sinfonia n.º 8 , composta aos treze anos sob a orientação de Carl Friedrich Zelter, que o iniciou no legado barroco: a página, escrita para cordas divididas, habita o registo grave num tecido sombrio que se vai tornando cantável. Fecha o programa o Concerto de Brandemburgo n.º 6 , único dos seis concertos sem violinos, em que as duas violas concertantes se. destacam como protagonistas, com o baixo contínuo a assegurar o fundamento harmónico. Quatro obras, uma mesma escuta: quem normalmente acompanha toma agora as rédeas da interpretação.

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