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Lisboa, Sintra e Cascais
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outubro de 2026

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Quinta 5 11 Quinta-feira, 5 de novembro

  1. segunda 2 5
  2. terça 3 3
  3. quarta 4 6
  4. quinta 5 8
  5. sexta 6 15
  6. sábado 7 27
  7. domingo 8 8
  8. segunda 9 8
  9. terça 10 8

A decorrer: 358 exposições, ciclos e atrações ↓

EROS PRADO - O PAGODE DA OFENSA

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

20€ 6+ Para toda a família Teatro

Eros Prado traz ao Coliseu dos Recreios o Pagode da Ofensa, o fenómeno do humor digital brasileiro, num espetáculo ao vivo de paródias, rimas e improviso com interação constante com o público. Recomendado para maiores de 6 anos.

FESTA DO JAZZ 2026 | VICENTE OLIVEIRA SEXTETO

21:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ Música ao vivo

Liderado pelo guitarrista Vicente Oliveira, o sexteto apresenta o álbum «O que a terra deixou para trás», que reinterpreta melodias ancestrais da música tradicional portuguesa — de Trás-os-Montes ao Algarve — através de arranjos de jazz para sexteto.

MAX COOPER

21:00 Lisboa ao Vivo Campo Pequeno Lisboa

20€ Música ao vivo

Max Cooper apresenta Feeling Is Structure no LAV – Lisboa Ao Vivo, a 5 de novembro, num concerto imersivo que funde arte visual e som computacional. Clientes Revolut têm 7% de desconto no bilhete geral ao pagar com Revolut Pay.

Mike Viola

21:00 BOTA Lisboa

15€ Música ao vivo

Concerto de Mike Viola.

FESTA DO JAZZ 2026 | JOANA RAQUEL QUINTETO

22:15 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ Música ao vivo

O quinteto de Joana Raquel apresenta «Queda Áscua», um repertório com ecos da música erudita de câmara construído em torno do conceito de canção, em que a poesia dita a composição e a música vive do contraponto e do ritmo — dispensando o seu protagonista mais comum, a bateria.

Exposições, ciclos e atrações 358 eventos

IMARHAN

Música ao vivo 25€

Terça-feira, 20 de outubro · 21:00

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Lisboa ao Vivo Campo Pequeno · Lisboa

Os Imarhan trazem a revolução do desert blues a Portugal, apresentando o novo álbum Essam em dois concertos: 19 de outubro na Casa da Música, no Porto, e 20 de outubro no Lisboa Ao Vivo, em Lisboa.

Detalhes completos

Imarhan trazem a revolução do “Desert Blues” a Portugal em Outubro. O quinteto argelino apresenta o novo álbum Essam na Casa da Música (Porto) e no Lisboa Ao Vivo. 19 OUTUBRO , Sala 2 da CASA DA MÚSICA, PORTO. 20 OUTUBRO , Sala 2 do LISBOA AO VIVO, LISBOA. Os Imarhan, pontas de lança da nova vaga da música Tuaregue, preparam-se para regressar a Portugal em Outubro para dois concertos que prometem redesenhar as fronteiras do som do deserto. A banda atua no dia 19 de Outubro na Casa da Música, no Porto, descendo à capital no dia seguinte, 20 de Outubro, para um espetáculo no Lisboa Ao Vivo. Naturais de Tamanrasset, no sul da Argélia, os Imarhan têm sido, desde 2006, os grandes renovadores do assouf (o blues do deserto). Se nomes como Tinariwen ou Mdou Moctar popularizaram o género, os Imarhan decidiram rasgar o livro de regras. Ao longo de três discos aclamados, fundiram a poesia ancestral com funk, rock psicadélico e ritmos pan-africanos, colaborando com figuras como Gruff Rhys (Super Furry Animals) ou Kurt Vile. Nesta digressão, o grupo apresenta o seu quarto e mais ambicioso trabalho de estúdio: “Essam” (que significa “relâmpago” em Tamasheq). Gravado no seu próprio quartel-general, o Aboogi Studio, o álbum marca um ponto de viragem. Pela primeira vez, os Imarhan afastam-se do domínio absoluto das guitarras para explorar paisagens eletrónicas e produções evocativas. Produzido em colaboração com Maxime Kosinetz e Emile Papandreou (do duo synth-pop UTO), o disco utiliza sintetizadores modulares para processar percussões tradicionais tuaregues, como a calabaça e bidões de metal. O resultado é um som que tanto pisca o olho à folk-pop cósmica em “Derhan N’Oulhine”, como se alinha com a vanguarda das pistas de dança em “Azaman Amoutay”. A voz de Sadam surge em Essam mais despida e confiante do que nunca, fruto também da sua recente colaboração com Damon Albarn no projeto Africa Express. Estes concertos em Portugal serão uma oportunidade rara para testemunhar a evolução de uma banda que recusa ser catalogada apenas como “world music”. Os Imarhan provam que a tradição e a modernidade não são opostas: são o combustível uma da outra.

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