Instalar a app

Tem o WhatsUp Lisbon à mão no ecrã principal ou no ambiente de trabalho. Sem loja de aplicações.

  1. No Chrome ou Edge, procura o ícone de instalação na barra de endereços ou «Instalar WhatsUp Lisbon» no menu.
  2. Num Mac com Safari, escolhe Ficheiro → Adicionar à Dock. No Android, procura «Instalar aplicação» ou «Adicionar ao ecrã principal» no menu.

Se não houver opção de instalação, guarda um marcador ou abre a página no Chrome, Edge ou Safari. Já está instalada? Abre-a nas tuas aplicações.

A agenda atualizada precisa de ligação. Sem ligação, apenas o conteúdo já guardado neste dispositivo poderá estar disponível.

Encontra o teu próximo plano.

Lisboa, Sintra e Cascais
Escolher datas

outubro de 2026

Toca num dia e depois noutro mais à frente para um intervalo.

Quinta 5 11 Quinta-feira, 5 de novembro

  1. segunda 2 5
  2. terça 3 3
  3. quarta 4 6
  4. quinta 5 8
  5. sexta 6 15
  6. sábado 7 27
  7. domingo 8 8
  8. segunda 9 8
  9. terça 10 8

A decorrer: 358 exposições, ciclos e atrações ↓

EROS PRADO - O PAGODE DA OFENSA

21:00 Coliseu dos Recreios Santa Maria Maior Lisboa

20€ 6+ Para toda a família Teatro

Eros Prado traz ao Coliseu dos Recreios o Pagode da Ofensa, o fenómeno do humor digital brasileiro, num espetáculo ao vivo de paródias, rimas e improviso com interação constante com o público. Recomendado para maiores de 6 anos.

FESTA DO JAZZ 2026 | VICENTE OLIVEIRA SEXTETO

21:00 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ Música ao vivo

Liderado pelo guitarrista Vicente Oliveira, o sexteto apresenta o álbum «O que a terra deixou para trás», que reinterpreta melodias ancestrais da música tradicional portuguesa — de Trás-os-Montes ao Algarve — através de arranjos de jazz para sexteto.

MAX COOPER

21:00 Lisboa ao Vivo Campo Pequeno Lisboa

20€ Música ao vivo

Max Cooper apresenta Feeling Is Structure no LAV – Lisboa Ao Vivo, a 5 de novembro, num concerto imersivo que funde arte visual e som computacional. Clientes Revolut têm 7% de desconto no bilhete geral ao pagar com Revolut Pay.

Mike Viola

21:00 BOTA Lisboa

15€ Música ao vivo

Concerto de Mike Viola.

FESTA DO JAZZ 2026 | JOANA RAQUEL QUINTETO

22:15 Centro Cultural de Belém Belém Lisboa

20€ Música ao vivo

O quinteto de Joana Raquel apresenta «Queda Áscua», um repertório com ecos da música erudita de câmara construído em torno do conceito de canção, em que a poesia dita a composição e a música vive do contraponto e do ritmo — dispensando o seu protagonista mais comum, a bateria.

Exposições, ciclos e atrações 358 eventos

Claude Debussy: La mer

Música ao vivo M/06

Domingo, 15 de novembro · 17:00

Adicionar ao Google Calendar
Centro Cultural Olga Cadaval Sintra

O concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Joseph Swensen, apresenta obras de Debussy, Ravel e Luís de Freitas Branco, explorando o modernismo francês e português num programa que inclui La mer, Prélude à l'après-midi d'un faune e a Pavane de Ravel.

Detalhes completos

E se, num único programa, se pudesse mapear a efervescência criativa do modernismo inicial, o seu galgar de limites, os seus diálogos interartísticos e a sua busca incansável por uma nova linguagem musical? A Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a batuta de Joseph Swensen, apresenta obras-chave do modernismo francês em torno de uma voz portuguesa moldada pelas mesmas correntes. A abrir o concerto, o Prélude à l’après-midi d’un faune (1894) de Debussy, um marco da história da música gerado a partir da poesia simbolista de Mallarmé. Ao dissolver as fronteiras entre ritmos, harmonia e cor orquestral, esta obra introduziu uma nova conceção de tempo musical, na qual a atmosfera suplanta o argumento e o tema sinuoso da flauta flutua à deriva, como a própria consciência. O Concerto para violino e orquestra (1916) de Luís de Freitas Branco, aqui interpretado por Carlos Damas (solista da estreia parisiense da obra), constitui um feito singular na música portuguesa. Baseando-se na exploração modal e de formas cíclicas mais próximas de César Franck do que do Impressionismo, revela um compositor a navegar entre a herança do passado e uma voz harmónica inequivocamente pessoal, décadas à frente do seu reconhecimento mais amplo. A Pavane pour une infante défunte (1899) de Ravel, uma meditação sobre uma dança de corte renascentista, traz quietude e luminosa contenção orquestral ao programa. A fechar o serão, o ambicioso La mer (1905) de Debussy: três esquissos sinfónicos nos quais o mar se converte em fonte inesgotável de cor, movimento e profundidade emocional; uma obra em infinita renovação, como as marés que evoca. Quatro obras, três compositores, mas uma convicção partilhada: a de que a música, quando livre de convenções, se torna algo próximo da própria natureza.

Abre saocarlos.pt num separador novo