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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Quarta 14 10 Quarta-feira, 14 de outubro

  1. domingo 11 29
  2. segunda 12 13
  3. terça 13 11
  4. quarta 14 16
  5. quinta 15 21
  6. sexta 16 26
  7. sábado 17 51
  8. domingo 18 16
  9. segunda 19 9

A decorrer: 285 exposições, ciclos e atrações ↓

Manhã 1 evento
MU.SA convida a descobrir a arte de ilustrar

10:00 MU.SA - Museu das Artes de Sintra Sintra

Outro

Nos dias 14 e 17 de outubro, o MU.SA — Museu das Artes de Sintra — promove as oficinas de ilustração “Danuta Wojciechowska”, um convite a descobrir a arte de ilustrar.

Tarde 1 evento
Lado BB | La Verité

15:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

O ciclo Lado BB exibe 'La Vérité', o drama de Hirokazu Kore-eda em que Catherine Deneuve interpreta uma estrela de cinema cuja frágil relação com a filha volta a vir à superfície, com bilhetes a 3,20€ e descontos disponíveis.

Noite 8 eventos
Joshua Decter - A História da Arte nas Redes Sociais

18:00 Pavilhão Julião Sarmento Lisboa

Grátis Exposição

Uma série de três conferências de Joshua Decter, em parceria com a AIR 351, propondo uma história revisionista da arte contemporânea a partir da sua recontextualização nas redes sociais. O evento será conduzido em inglês.

Noémia Delgado | Máscaras

19:00 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

Sessão do filme "Máscaras" de Noémia Delgado, com bilhetes a 3,20€ e descontos para Amigos da Cinemateca, estudantes, maiores de 65 e outros grupos.

Techno Yoga with Kate Zubok

19:00 Teja House Lisboa

DJ set

Kate Zubok — DJ, produtora, apneísta e yogi — conduz o Techno Yoga, uma fusão de exercícios de respiração, movimento consciente e dança ao ritmo do techno minimal de Berlim, todas as quartas-feiras na TEJÁ House, à beira-rio no Cais do Sodré.

Lado BB | Et Dieu... Créa La Femme

19:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

O ciclo Lado BB na Cinemateca exibe Et Dieu... Créa La Femme, com bilhetes gerais a 3,20€ e descontos disponíveis.

TEMPERS

21:00 Casa Capitão Beato Lisboa

24€ 12+ Música ao vivo

Tempers, o projeto a solo de Jasmine Golestaneh, apresenta ao vivo as canções do novo álbum 'Delusion' (2026) no Rés do Chão, a 14 de outubro. Synth-pop, techno, pós-punk e shoegaze continuam a definir o seu universo sonoro.

Lado BB | Viva Maria!

21:30 Cinemateca Portuguesa Santo António Lisboa

3,2€ Cinema

O ciclo Lado BB, dedicado a Brigitte Bardot, exibe «Viva Maria!», a comédia de aventuras de Louis Malle com Bardot e Jeanne Moreau, na Cinemateca; os bilhetes custam 3,20€, com descontos para amigos da Cinemateca, jovens, estudantes e seniores.

Nina Maia

22:00 Casa Capitão Beato Lisboa

11€ 12+ Música ao vivo

Nina Maia apresenta no Sótão da Casa, a 14 de outubro, as canções do aclamado álbum de estreia 'INTEIRA' (2024), onde a MPB e a bossa nova se encontram com a indie-pop. Os bilhetes custam 10€ + taxas online e 13€ à porta.

Mothership

23:59 Lisboa Rio Lisboa

10€ DJ set

Todas as quartas-feiras, da meia-noite às 6h, no Temple Club, a aliança entre Visionaries e Freaky Fiction embarca na Mothership para explorações galácticas, com bar aberto de cerveja até às 01:00 e entrada grátis no dia de anos.

Exposições, ciclos e atrações 285 eventos

Claude Debussy: La mer

Música ao vivo 25€

Sábado, 14 de novembro · 18:30

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Teatro Camões Parque das Nações · Lisboa

O concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Joseph Swensen, apresenta obras de Debussy, Ravel e Luís de Freitas Branco, explorando o modernismo francês e português num programa que inclui La mer, Prélude à l'après-midi d'un faune e a Pavane de Ravel.

Detalhes completos

E se, num único programa, se pudesse mapear a efervescência criativa do modernismo inicial, o seu galgar de limites, os seus diálogos interartísticos e a sua busca incansável por uma nova linguagem musical? A Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a batuta de Joseph Swensen, apresenta obras-chave do modernismo francês em torno de uma voz portuguesa moldada pelas mesmas correntes. A abrir o concerto, o Prélude à l’après-midi d’un faune (1894) de Debussy, um marco da história da música gerado a partir da poesia simbolista de Mallarmé. Ao dissolver as fronteiras entre ritmos, harmonia e cor orquestral, esta obra introduziu uma nova conceção de tempo musical, na qual a atmosfera suplanta o argumento e o tema sinuoso da flauta flutua à deriva, como a própria consciência. O Concerto para violino e orquestra (1916) de Luís de Freitas Branco, aqui interpretado por Carlos Damas (solista da estreia parisiense da obra), constitui um feito singular na música portuguesa. Baseando-se na exploração modal e de formas cíclicas mais próximas de César Franck do que do Impressionismo, revela um compositor a navegar entre a herança do passado e uma voz harmónica inequivocamente pessoal, décadas à frente do seu reconhecimento mais amplo. A Pavane pour une infante défunte (1899) de Ravel, uma meditação sobre uma dança de corte renascentista, traz quietude e luminosa contenção orquestral ao programa. A fechar o serão, o ambicioso La mer (1905) de Debussy: três esquissos sinfónicos nos quais o mar se converte em fonte inesgotável de cor, movimento e profundidade emocional; uma obra em infinita renovação, como as marés que evoca. Quatro obras, três compositores, mas uma convicção partilhada: a de que a música, quando livre de convenções, se torna algo próximo da própria natureza.

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