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Lisboa, Sintra e Cascais
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setembro de 2026

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Segunda 5 10 Segunda-feira, 5 de outubro

  1. sexta 2 56
  2. sábado 3 81
  3. domingo 4 36
  4. segunda 5 9
  5. terça 6 13
  6. quarta 7 15
  7. quinta 8 23
  8. sexta 9 33
  9. sábado 10 83

A decorrer: 277 exposições, ciclos e atrações ↓

Tarde 1 evento
O ESTRANGEIRO | 27ª FESTA DO CINEMA FRANCÊS

16:30 Cinema São Jorge Arroios Lisboa

6€ Cinema

François Ozon adapta o célebre romance de Albert Camus: em Argel, 1938, Meursault, um jovem funcionário de vida rotineira e atitude distante, é conduzido por uma situação trágica que transformará radicalmente a sua vida.

Noite 8 eventos
Noites de Resgate do Ser

18:00 Eco Retiro de Galamares Sintra

Festa

Uma noite de festa com as Noites de Resgate do Ser, no Eco Retiro de Galamares, a 5 de outubro de 2026.

A PRAGA | 27ª FESTA DO CINEMA FRANCÊS

19:30 Cinema São Jorge Arroios Lisboa

6€ Cinema

Estreado na Quinzena dos Realizadores de Cannes, este thriller de humor negro de Sarah Arnold segue um gendarme explosivo e uma psicóloga em crise que retomam a investigação do desaparecimento de um agricultor no Nordeste de França, numa montanha-russa delirante que evoca os irmãos Coen.

FORWARD IS NOT THE ONLY WAY | OCP

20:00 São Luiz Teatro Municipal Lisboa

6€ Música ao vivo

Concerto que explora a ideia de que o progresso não é linear, apresentado pelo OCP.

Vou levantar-me e morder um figo ~ segundas na z

21:00 Galeria Zé dos Bois Bairro Alto Lisboa

Outro

Performance que imagina um laboratório onde o altruísmo é lei biológica e cada corpo serve um sistema de função e repetição, apresentada às segundas-feiras na z.

A DESCONHECIDA | 27ª FESTA DO CINEMA FRANCÊS

21:30 Cinema São Jorge Arroios Lisboa

6€ Cinema

Arthur Harari, vencedor do Óscar por Anatomia de uma Queda, adapta a sua própria novela gráfica num thriller radical protagonizado por Léa Seydoux e Niels Schneider, em que um fotógrafo que segue uma mulher numa festa acorda no corpo dela, iniciando uma travessia vertiginosa entre identidades.

João Melgueira ~ at Pensão Amor

21:30 Pensão Amor Lisboa

Grátis 18+ DJ set

João Melgueira dá um set no Pensão Amor, na Rua Nova do Carvalho, no Cais do Sodré, em Lisboa.

ADEUS, MUNDO CRUEL | 27ª FESTA DO CINEMA FRANCÊS

21:45 Cinema São Jorge Arroios Lisboa

6€ Cinema

Filme de encerramento da 65.ª Semana da Crítica de Cannes, o filme de Félix de Givry parte do bullying sofrido por Otto, um adolescente de 14 anos, e de uma tentativa de suicídio para se transformar num conto surreal, terno e luminoso, com ecos da Nouvelle Vague.

MONGOLIAN HEART LIVE IN PORTUGAL

23:00 Lisboa ao Vivo Campo Pequeno Lisboa

Música ao vivo

Os Mongolian Heart, banda do Nepal, apresentam-se ao vivo em Portugal, trazendo o seu som de folk, pop e slow rock.

Exposições, ciclos e atrações 277 eventos

Claude Debussy: La mer

Música ao vivo 25€

Sábado, 14 de novembro · 18:30

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Teatro Camões Parque das Nações · Lisboa

O concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Joseph Swensen, apresenta obras de Debussy, Ravel e Luís de Freitas Branco, explorando o modernismo francês e português num programa que inclui La mer, Prélude à l'après-midi d'un faune e a Pavane de Ravel.

Detalhes completos

E se, num único programa, se pudesse mapear a efervescência criativa do modernismo inicial, o seu galgar de limites, os seus diálogos interartísticos e a sua busca incansável por uma nova linguagem musical? A Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a batuta de Joseph Swensen, apresenta obras-chave do modernismo francês em torno de uma voz portuguesa moldada pelas mesmas correntes. A abrir o concerto, o Prélude à l’après-midi d’un faune (1894) de Debussy, um marco da história da música gerado a partir da poesia simbolista de Mallarmé. Ao dissolver as fronteiras entre ritmos, harmonia e cor orquestral, esta obra introduziu uma nova conceção de tempo musical, na qual a atmosfera suplanta o argumento e o tema sinuoso da flauta flutua à deriva, como a própria consciência. O Concerto para violino e orquestra (1916) de Luís de Freitas Branco, aqui interpretado por Carlos Damas (solista da estreia parisiense da obra), constitui um feito singular na música portuguesa. Baseando-se na exploração modal e de formas cíclicas mais próximas de César Franck do que do Impressionismo, revela um compositor a navegar entre a herança do passado e uma voz harmónica inequivocamente pessoal, décadas à frente do seu reconhecimento mais amplo. A Pavane pour une infante défunte (1899) de Ravel, uma meditação sobre uma dança de corte renascentista, traz quietude e luminosa contenção orquestral ao programa. A fechar o serão, o ambicioso La mer (1905) de Debussy: três esquissos sinfónicos nos quais o mar se converte em fonte inesgotável de cor, movimento e profundidade emocional; uma obra em infinita renovação, como as marés que evoca. Quatro obras, três compositores, mas uma convicção partilhada: a de que a música, quando livre de convenções, se torna algo próximo da própria natureza.

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