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setembro de 2026

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Sexta 6 11 Sexta-feira, 6 de novembro

  1. terça 3 3
  2. quarta 4 5
  3. quinta 5 5
  4. sexta 6 11
  5. sábado 7 20
  6. domingo 8 7
  7. segunda 9 9
  8. terça 10 7
  9. quarta 11 7
Noite 7 eventos
VISITAS ORIENTADAS COM LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA

18:00 Museu do Oriente. Lisboa

6€ M/16 Outro

O Museu do Oriente organiza visitas orientadas ao final do dia a várias exposições, sendo as sessões acompanhadas por interpretação em Língua Gestual Portuguesa nas datas indicadas, sobre costumes do Japão sobre a presença portuguesa na Ásia.

SKRYABIN (UA)

20:00 República da Música Alvalade Lisboa

29€ Música ao vivo

A banda ucraniana Skryabin atua na República da Música, em Lisboa, a 6 de novembro de 2026, com as canções mais queridas do grupo ao vivo; portas abrem às 20:00 e o concerto começa às 21:00, com bilhetes a partir de 29€.

Esta noite grita-se: "Vitória" de Pau Miró

21:00 BOTA Lisboa

5€ Festa

Esta noite grita-se é um ciclo de leituras interpretadas de textos teatrais, promovido pela Companhia Cepa Torta, que celebra 10 anos. Nesta edição, apresenta 'Vitória' de Pau Miró, sobre uma viúva na Barcelona dos anos 50 que descobre a necessidade de lutar.

Gurriers

21:00 Casa Capitão Beato Lisboa

21,63€ 12+ Música ao vivo

Os Gurriers apresentam em Lisboa o seu álbum de estreia, Come and See, um disco de reflexão ruidosa sobre o mal-estar da era moderna, com canções como “Des Goblin” e “Dipping Out”. O concerto é na Casa Capitão, sem lugares marcados, por isso convém chegar cedo para ficar bem posicionado.

MIND YOUR FEST

21:00 Village Underground Lisboa Alcântara Lisboa

Festa

Mind Your Fest acontece na sexta-feira, 6 de novembro, das 21h às 06h.

O Barbeiro de Sevilha | Ópera de Gioachino Rossini

21:00 Casino Estoril Estoril Cascais

40€ Todas as idades Para toda a família Música ao vivo

O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, volta aos palcos portugueses com a divertida história de Fígaro, que ajuda o Conde Almaviva a conquistar Rosina. Uma ópera cheia de humor, energia e virtuosismo vocal, para públicos de todas as idades.

YOTTO | MISTY FEST

21:00 Lisboa ao Vivo Campo Pequeno Lisboa

M/6 Música ao vivo

O produtor e DJ finlandês YOTTO, fundador da editora Odd One Out, estreia-se no Misty Fest com atuações intensas que cruzam house, techno e atmosferas cinematográficas. O seu universo sonoro hipnótico e emocional chega assim ao público português.

Nesse dia, sem hora publicada 3 eventos
14.ª Noite de Professores

Pavilhão do Conhecimento Parque das Nações Lisboa

Outro

A 14.ª edição da Noite de Professores, um evento dedicado aos docentes.

3.ª Conferência Nacional de Literacia do Oceano

Pavilhão do Conhecimento Parque das Nações Lisboa

Workshops e palestras

Conferência nacional dedicada à literacia do oceano, promovendo a educação e sensibilização para a importância dos oceanos.

GEOLOGIST c/ 1ª Parte TOMÉ

Clube B.Leza Cais do Sodré Lisboa

M/16 Música ao vivo

Concerto dos GEOLOGIST com a primeira parte a cargo de TOMÉ.

Exposições, ciclos e atrações 268 eventos

Mark William Lewis

Música ao vivo

Sábado, 26 de setembro · 22:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

Mark William Lewis cria paisagens sonoras que evocam o passado e o presente da pop, do indie e do ambient, mas que soam a novo e relevante. As suas canções curtas, simples e exemplarmente directas criam um diálogo aberto com o ouvinte, misturando soft jazz, a sofisticação de uns Steely Dan DIY e o romance perdido de um Lewis Baloue.

Detalhes completos

Há algo de perverso em criar paisagens sonoras que lembram imensas coisas, seja do passado, ou do presente da pop, do indie ou do ambient, e que mesmo assim soe a novo, mas de um novo enquanto experiência relevante. Essa tem sido a existência de Mark William Lewis, existência tornada pública há poucos anos, que foi construindo nome pelas ruas de Londres e, pelo mundo fora, acumulou milhões de streams da sua música. Há algo de relacionável na atmosfera que cria, talvez pelas suas canções, curtas, simples, exemplarmente directas, nos digam algo em particular sobre as emoções. Para canções que se fecham sobre um manto tão nublado, é fascinante como Mark William Lewis consegue criar um diálogo tão aberto com o ouvinte. Os seus demónios são os nossos, a sua cavalgada para uma suposta redenção é relacionável com o que se sente ao ouvir a sua música. Ajuda ter a desenvoltura do soft jazz, a sofisticação de uns Steely Dan DIY ou o romance perdido de um Lewis Baloue. Meta-se isto em linha com as divagações pop de Dean Blunt, Mica Levi, Coby Sey e há algo de assertivo em Mark William Lewis em existir neste momento. Voltando ao lado perverso da coisa, se é algo que já conhecemos, porque é que nos apaixonamos tão facilmente pelas suas canções? Porque é que, jogando sem segredos, conseguem existir em suspensão, como se nos fizessem crer que uma viagem hiperpessoal , achamos nós, ou percebemos nós ao ouvir o que nos canta , pudesse ser algo universal? Numa altura em que já não há segredos bem guardados, Mark William Lewis, apesar dos seus milhões de streams, ainda se ouve como um segredo bem guardado. Não deveria ser, as suas canções mereciam estar aí nas ruas, a assombrar e a consolar os nossos problemas. Porque servem para as duas situações. São canções que nos fazem crer que, um dia, o mundo ainda vai ser pequeno para elas, mesmo que permaneçam, ou façam transparecer, essa coisa de segredo bem guardado. Aconteça o que acontecer, ainda bem que Mark William Lewis cabe no nosso aquário. Parecendo que não, assim há mais espaço para a sua música entrar nos nossos corações. AS.

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