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setembro de 2026

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Segunda 19 10 Segunda-feira, 19 de outubro

  1. sexta 16 19
  2. sábado 17 41
  3. domingo 18 14
  4. segunda 19 4
  5. terça 20 7
  6. quarta 21 8
  7. quinta 22 14
  8. sexta 23 20
  9. sábado 24 37
Noite 1 evento
COCK

21:00 Teatro Maria Matos Alvalade Lisboa

M/16 Teatro

Peça de teatro intitulada COCK.

Nesse dia, sem hora publicada 1 evento
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Mondo Negro x ZDB: Powerplant

Música ao vivo 14€

Segunda-feira, 9 de novembro · 21:00

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Galeria Zé dos Bois Bairro Alto · Lisboa

A ZDB e a Mondo Negro apresentam Powerplant, banda londrina que transforma tropes de black metal, garage punk, post-punk gótico e dungeon synth em canções memoráveis.

Detalhes completos

Passadas já mais de três décadas desde o homicídio de Euronymous às mãos de Varg Vikernes, a fúria de gelo escandinavo e bruma hermética que se abate sobre o Black Metal, nutrida a instintos misantrópicos, para não dizer homicidas/suicidas, tem-se desvanecido do purismo trve kvlt da horda niilista e edgelord para assumir de forma cada vez mais evidente a teatralidade campy do corpsepaint. Da meme-ificação dos Immortal, passando pela sleaziness de Carpathian Forest, ao lore Senhor dos Anéis de Summoning, a figura de Mortiis e seu papel pivotal na Dungeon Synth até à sátira anti-NSBM de Old Nick, traça-se todo um imaginário progressivamente mais auto-consciente dessa fantasia que se consuma na música de Powerplant. Delírio nascido em Londres da mente do ucraniano Theo Zhykharyev que foi amealhando culto virtual ao longo dos anos e é hoje uma banda de pleno de direito. Recolhendo inspiração no Garage Punk dos Misfits, na facção gótica do post-punk, nas atmosferas húmidas da Dungeon Synth e, claro está, no Black Metal, Powerplant encarnam com uma boa onda e sem sobranceira as tropes de género, exultando no seu último álbum , Bridge of Sacrifice , as suas valências em malhas absolutamente memoráveis no corropio caleidoscópico. Entre os berros ríspidos do Black Metal e uma voz limpa que tanto lembra (estranhamente) Layne Staley como se entrega a exageros indie e/ou góticos, Powerplant conseguem a proeza de tornar toda esta aparente confusão de tremolo picking, riffs roqueiros, batidas marciais, sintetizadores épicos e passagens acústicas num processo natural com vista à canção. Tudo feito de forma tão honesta quanto consciente de si mesma. BS.

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