A 13.ª edição do Olhares do Mediterrâneo acontece sob o tema Tecendo histórias coletivas . As obras apresentadas focam-se no trabalho de cineastas portuguesas e do Mediterrâneo exibindo, no Cinema São Jorge, Cinemateca Portuguesa, Casa do Comum, Goethe-Institut e Jardins do Bombarda, 81 filmes, de 32 países. A Eslovénia, país convidado desta edição, tem vários filmes programados ao longo do evento e um ciclo dedicado à sua cinematografia feminina, na Cinemateca. A sessão de abertura apresenta, em estreia nacional, Life in a Beat , primeira longa-metragem da realizadora grega Amerissa Basta, um drama que acompanha, em Atenas, uma jovem trabalhadora de um supermercado e a sua luta diária para viver com o pouco que recebe. Nomad Shadow , de Eimi Imanishi, uma coprodução EUA/França/ Espanha, é o filme que encerra o festival. A história narra a deportação da jovem Sarawi de Espanha para o Saara Ocidental, refletindo sobre o lugar de pertença. A programação inclui ainda conversas e debates e, pela primeira vez, é atribuído o recém-criado prémio MUTIM para melhor filme de escola português com histórias e personagens não estereotipadas. Programação aqui. festival olhares do mediterrâneo.