Dois artistas visuais portugueses, Carlos No e Manuel Botelho, sentam-se à conversa para partilhar os seus percursos criativos. A partir deste diálogo, o público jovem é convidado a debater de que forma a criação artística pode interpretar acontecimentos históricos, questionar conflitos e promover os valores da democracia. A primeira pergunta está lançada: como pode a arte ajudar-nos a compreender a guerra, a liberdade e a democracia? Na primeira pessoa, cada artista vai mostrar como a arte pode assumir um papel decisivo enquanto manifesto visual e testemunho vivo do seu tempo. Através dos seus percursos, revisitam-se diferentes formas de representar a memória, a guerra, a migração, a identidade e a esperança, sublinhando o papel da arte como instrumento de pensamento crítico e de cidadania. Mais do que uma conferência, este encontro é dirigido à comunidade educativa, assinala o primeiro semestre do ano letivo 2026/2027 e encerra as comemorações dos 30 anos da Fundação D. Luís I. Integra ainda o programa Cascais, Capital Europeia da Democracia 2026, com o objetivo de incentivar a reflexão sobre a importância da liberdade, dos direitos humanos e da participação democrática na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. O encontro decorre no Auditório Maria de Jesus Barroso, na Casa das Histórias Paula Rego, e destina-se a alunos do 9.º ano e do ensino secundário e profissional, em particular a turmas de História, História da Arte, Política, Cidadania, Artes e Cultura. A sessão inclui um pequeno lanche. Participação gratuita, mediante inscrição até 20 de novembro.