Esta série de pintura e cerâmica convida a atravessar uma paisagem onde a perda e a possibilidade de reconstrução coexistem. Figuras sem rosto, multiplicadas e dispersas pela composição, habitam um território que oscila entre o real e o sonhado, espaço aberto à imaginação de quem o percorre. Aqui, o delírio não é perda de razão, mas um gesto de sobrevivência: a procura de um lugar idílico e utópico onde ainda seja possível recomeçar. Entre a vulnerabilidade do corpo e o desejo de beleza, esta pintura propõe um encontro íntimo com a resiliência. Terça a sábado, das 15h às 19h. cerâmica pintura.