Partindo da conceção de uma matéria vibrátil e de uma ecologia não binária, as propostas performativas, as caminhadas e as conversas do Silvestre contribuem para a consciência de que os seres humanos participam numa rede que tanto nos liga aos cães como nos liga aos vírus, tanto nos liga às árvores quanto aos fungos. Num tempo de reencontro com a paisagem e com o sensível, o festival convida a uma aproximação à terra e ao mais-que-humano, e celebra o humano na natureza. A programação reúne criações de João dos Santos Martins, Pedro Ramos, Paulo Rodrigues e Jorge Graça, oficinas para escolas e famílias, filmes de Diogo Varela Silva e Luís Margalhau, caminhadas pela biodiversidade do parque e as Conversas Ecotópicas, sobre ancestralidade e práticas de regeneração. Programação completa aqui . Ficha técnica: Conceção, direção artística, programação e curadoria de Pedro Ramos, Produção Ordem do O.