Os Itinerários de Lisboa levam os munícipes e visitantes à descoberta da cidade. Elaborados a partir de vários temas, abordam a vida quotidiana da cidade, o património edificado e literário, as ruas e as paisagens urbanas. Cada tema é preparado e conduzido por técnicos da autarquia, que definem o percurso e o percorrem a pé. Programa: 3 novembro: 10h. O BAIRRO DE CAMPOLIDE I. Na Idade Média, a paisagem do atual Bairro de Campolide era marcada pelos campos de cultivo, onde se destacavam as vinhas. A grande alteração chegou com a construção do Aqueduto das Águas Livres, obra monumental que pretendeu solucionar o problema do abastecimento de água na cidade, e que trouxe a fixação de muitos dos trabalhadores. O crescimento da população e o desenvolvimento urbano dos séculos XIX e XX moldaram a identidade deste sítio, desvendada neste percurso. 4, 5, 11, 12 novembro, 9, 10 dezembro: 10h. O BAIRRO DA BICA , UMA VARANDA SOBRE O TEJO. Há bairros que se atravessam e há bairros que se vivem. A Bica pertence ao segundo grupo. Espalhando-se pela encosta que desce em direção ao Tejo, a Bica guarda a memória de antigos pescadores, varinas, marinheiros e das gentes que fizeram deste bairro um dos mais autênticos da capital. Aqui convivem tradição e modernidade, fado e arte urbana, onde cada rua parece abrir uma nova perspectiva sobre a cidade, como se Lisboa se transformasse, a cada esquina, numa imensa varanda voltada para o rio. 5, 24 novembro: 10h. O BAIRRO DE CAMPOLIDE II. Na Idade Média, a paisagem do atual Bairro de Campolide era marcada pelos campos de cultivo, onde se destacavam as vinhas. A grande alteração chegou com a construção do Aqueduto das Águas Livres, obra monumental que pretendeu solucionar o problema do abastecimento de água na cidade, e que trouxe a fixação de muitos dos trabalhadores. O crescimento da população e o desenvolvimento urbano dos séculos XIX e XX moldaram a identidade deste sítio, desvendada neste percurso. 5 novembro: 10h. A CERCA FERNANDINA I. Entre 1373-1375 foi erguida em Lisboa, por ordem do rei D. Fernando I, a cerca fernandina para defesa da cidade das investidas castelhanas. Tinha à época 77 torres, 38 portas e 6 km de extensão. Nestes itinerários percorrem-se os dois lanços, ocidental e oriental, e contam-se histórias sobre a sua construção. 10 novembro, 2 dezembro: 10h. O BAIRRO DE CAMPO DE OURIQUE. Antes do grande Terramoto de 1755 a zona onde se viria a erguer o bairro de Campo de Ourique era um extenso planalto. Logo após o sismo, foi um local procurado como refúgio por muitos desalojados. Um itinerário que parte da Igreja do Santo Condestável, mostrando o património, ruas, lojas e jardins de Campo de Ourique. 10 novembro: 10h, 18 dezembro: 10h. A CERCA FERNANDINA II. Entre 1373-1375 foi erguida em Lisboa, por ordem do rei D. Fernando I, a cerca fernandina para defesa da cidade das investidas castelhanas. Tinha à época 77 torres, 38 portas e 6 km de extensão. Nestes itinerários percorrem-se os dois lanços, ocidental e oriental, e contam-se histórias sobre a sua construção. 12 novembro, 15 dezembro: 10h. LISBOA ROMANA. Descubra a fascinante Lisboa Romana através de um roteiro cultural pedestre que revela os vestígios da antiga Olisipo, cidade florescente do Império Romano. O percurso passa por locais emblemáticos como as ruínas do Teatro Romano e a zona religiosa, termal e industrial. Ao longo do trajeto, é possível conhecer a vida quotidiana, a engenharia e os rituais dos romanos que habitaram a colina junto ao Tejo. Uma viagem a pé pela Lisboa subterrânea e histórica, onde o passado emerge discretamente no coração da cidade moderna. 13, 24 novembro: 10h. DO AREEIRO A ALVALADE. A Praça do Areeiro com os seus edifícios singulares projetados pelo arquiteto Luís Cristino da Silva é um dos pontos centrais da cidade, ligando as avenidas Almirante Reis e a Gago Coutinho, esta última conduzindo ao aeroporto de Lisboa. Planeada em 1938, pelo engenheiro Duarte Pacheco , então Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e mais tarde Ministro das Obras Públicas , só foi concretizada no fim da década de 1940. Neste percurso, explora-se a história do Areeiro e a sua ligação ao Bairro de Alvalade, integrado num programa de expansão e de urbanização da cidade de Lisboa. 14 novembro, 12 dezembro: 10h30. MOCAMBO: MEMÓRIAS AFRO-LISBOETAS DA MADRAGOA. Percurso que convida a descobrir uma das histórias de Lisboa menos conhecidas. Através de ruas, largos, edifícios e topónimos este itinerário revela a presença das comunidades africanas e afrodescendentes que, desde o século XVI ao século XVIII, viveram, trabalharam e contribuíram para a cidade de Lisboa. 17 novembro: 10h. LISBOA MAÇÓNICA. A Maçonaria é uma das ordens iniciáticas mais comentadas, respeitadas, contestadas e envoltas em polémica ao longo da História. Como contraponto à influência religiosa, afirma a primazia do Homem, tendo desempenhado um papel decisivo em diversos acontecimentos marcantes na Europa. Este itinerário convida à redescoberta de alguns factos acessíveis aos não iniciados, bem como da simbologia maçónica que pontua a cidade , visível a todos, mas nem sempre reconhecida. 17, 27 novembro: 10h. OS LUGARES DA INQUISIÇÃO. Em 1536, no reinado de D. João III, estabeleceu-se em Portugal a Inquisição e o Tribunal do Santo Ofício. Neste, que funcionou até 1821, eram julgadas as heresias que ameaçavam a Igreja Católica. Em Lisboa, a sua sede localizava-se no Rossio, no antigo palácio dos Estaus, próximo do local onde atualmente se ergue o Teatro Nacional D. Maria II. O Rossio foi também palco de diversos autos de fé, cerimónias públicas de punição dos condenados pela Inquisição. Neste itinerário, percorremos alguns dos lugares relacionados com esta instituição, desde o Rossio até à Praça do Comércio. 20 novembro, 10 dezembro: 10h. O ARQUITETO CARLOS MARDEL E OS CHAFARIZES DE LISBOA. Em 1731, de forma a responder ao problema de escassez de água em Lisboa, o rei D. João V decretou a construção do Aqueduto das Águas Livres, uma obra pública e monumental que implicou a construção de chafarizes, reveladores de novas praças e largos da cidade. Alguns destes são da autoria do arquiteto Carlos Mardel, que se fixou em Portugal e foi também uma das figuras com protagonismo na reconstrução da cidade após o Terramoto de 1755. 28 novembro: 10h30, 15 dezembro: 10h. OS PASSOS DE ANA E MARIA SEVERA NA MADRAGOA OITOCENTISTA. Itinerário pelas ruas da Madragoa, um dos locais onde Maria Severa viveu e cresceu, revisitando o ambiente social e popular que marcou a sua breve existência. Entre tabernas, casas de jogo, ruas de trabalhadores, e espaços de sociabilidade, recordaremos também Ana Gertrudes, sua mãe e taberneira, e o quotidiano familiar que enquadrou a vida da futura figura lendária do fado. 4 dezembro: 10h. D. DINIS E A ORDEM DOS TEMPLÁRIOS EM LISBOA. Em 1119, foi fundada em Jerusalém a Ordem do Templo ou dos Templários que teve um papel preponderante na Reconquista Cristã. Mais tarde foi extinta e, em 1319, reconvertida pelo rei D. Dinis, surgindo como Ordem de Cristo. Neste itinerário percorremos os lugares, igrejas e símbolos destas duas Ordens na cidade. 16, 17 dezembro: 10h. NO RASTO DO ATENTADO. Um dos episódios mais marcantes do século XVIII foi o atentado contra o rei D. José I, ocorrido na noite de 3 de setembro de 1758, que culminou num dos processos judiciais mais célebres e brutais da história de Portugal , o processo dos Távoras. Mais do que uma viagem no tempo, este percurso convida a explorar as tensões políticas e sociais que moldavam uma Lisboa em reconstrução após o Terramoto de 1755. Ao seguir os vestígios deixados por esta trama de conspiração, punição e propaganda, descobrimos uma cidade profundamente marcada por intrigas, ambições e mudanças profundas. Marcações: [email protected]. 218 170 742, a partir do 1.º dia útil do mês que antecede o itinerário, das 10h30 às 12h30 e das 14h30 às 16h30. NÃO SE REALIZAM MARCAÇÕES PRESENCIALMENTE. 4,35 € - Bilhete simples (1 visita). 7,24 € - Bilhete duplo (2 visitas ou duas pessoas). 29,20 € - Voucher 10 Itinerários. ar livre património.